MATO GROSSO
Polícia Militar prende homem com 11 pacotes de supermaconha em Mirassol d’Oeste
MATO GROSSO
A Polícia Militar prendeu um homem, de 39 anos, por tráfico ilícito de drogas, na manhã desta quarta-feira (11.12), no município de Mirassol d’Oeste. Com o suspeito, foram apreendidos 11 pacotes contendo substância análoga à supermaconha, mais conhecida como skunk.
Por volta de 06h, as equipes do Grupo de Apoio (GAP) do 17º Batalhão estavam em barreira, na saída para a cidade de Cáceres, e fizeram abordagem a um veículo Versa, com diversos produtos.
Na verificação ao veículo, os militares encontraram uma caixa toda fechada. Questionado sobre o material, o motorista afirmou ter recebido o conteúdo de um homem para levar até Cuiabá, que seria o destino final de sua viagem.
Os militares abriram a caixa e encontraram os 11 pacotes grandes contendo substância análoga à supermaconha, também conhecida por skunk. O homem também afirmou não possuir contato da pessoa que teria deixado a caixa e que seria apenas motorista de aplicativo.
Porém, diante da suspeita, ele recebeu voz de prisão e foi conduzido até a delegacia mais próxima para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas
O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.
A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.
Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.
Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.
O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
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