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Operação da Polícia Civil contra o crime organizado prende cinco pessoas em Colniza

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A Delegacia de Colniza realizou, nesta quinta-feira (05.12), uma ação para reprimir ações do crime organizado no município. Quatro suspeitos foram presos em flagrante por integrar organização criminosa, tráfico de drogas, posse irregular de arma de fogo e corrupção de menores. Um foragido pelo crime de homicídio também foi preso.

A ação faz parte da operação estadual Tolerância Zero ao Crime Organizado, lançado pelo Governo de Mato Grosso no dia 25 de novembro, e foi conduzida pela Delegacia de Colniza, com apoio do Núcleo de Inteligência da Regional de Juína. Onze pessoas foram conduzidas para esclarecimentos.

De acordo com o delegado Lucas Pereira, a ação policial teve por objetivo desarticular atividades criminosas ligadas a uma facção, que pratica delitos como tráfico de drogas, posse irregular de arma de fogo, corrupção de menores e homicídio.

Os presos também são investigados pelo homicídio de Weverson Lima Januário, morto supostamente porque pertenceria a um grupo rival.

As investigações apontaram que os suspeitos eram responsáveis por pontos de vendas de drogas, armazenagem de armas e a execução de crimes violentos, incluindo homicídios cometidos a mando do grupo criminoso.

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Além das prisões, a operação resultou na apreensão de armas de fogo, munições, drogas e outros materiais utilizados no tráfico.

“A operação reflete o compromisso do Governo de Mato Grosso com o enfrentamento ao crime organizado e com a garantia da segurança da população”, destacou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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