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Senado avalia projeto que inclui tratamento da dor crônica no SUS

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O Senado vai analisar um projeto de lei que assegura atendimento integral para pacientes acometidos por dor crônica no Sistema Único de Saúde (SUS). O texto (PL 336/2024) veio da Câmara dos Deputados e, caso seja aprovado pelos senadores sem mudanças, seguirá para a sanção presidencial.

Segundo a proposta, o atendimento ainda precisa ser regulamentado pelos órgãos competentes, e deverá incluir informações sobre os potenciais riscos e efeitos adversos do tratamento. Segundo o Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos (ELSI-Brasil), do Ministério da Saúde, a dor crônica atinge mais de um terço da população com mais de 50 anos. Desses pacientes, 30% fazem uso de opioides. A condição não tem cura, mas pode ser amenizada com tratamento.

O projeto também define o dia 5 de julho como o Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Dor Crônica. O governo federal deverá promover anualmente nessa data campanhas de conscientização nos meios de comunicação.

A proposta é de autoria da deputada Bia Kicis (PL-DF) e foi aprovada pelos deputados em 16 de outubro, na forma de substitutivo da deputada Adriana Ventura (Novo-SP). Ela ainda não tem relator designado no Senado e ainda aguarda despacho para as comissões temáticas.

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“Enquanto milhões de pessoas sofrem com dor crônica, faltam profissionais capacitados para tratar essa condição. Isso ocorre porque eles não recebem a devida formação nas escolas. Precisamos mudar essa realidade. Além disso, o projeto faz com que o SUS passe a adotar como política de saúde pública o tratamento da dor crônica”, ressalta a autora do projeto.

Camily Oliveira, sob supervisão de Patrícia Oliveira

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes aponta dificuldades na candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência

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Foto Mayke Toscano

O ex-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (23) que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República enfrenta um cenário de instabilidade e incertezas para as eleições de 2026. Segundo Mendes, os rumores sobre uma possível desistência e disputas internas têm afetado a imagem do projeto político da direita.

Em entrevista à imprensa, Mendes afirmou que há “muitos ruídos” nos bastidores envolvendo o nome de Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para representar o grupo político na corrida presidencial. “O cenário hoje ainda está muito indefinido. Existem muitos rumores de eventual desistência, muito fogo amigo e fogo inimigo”, declarou.

Apesar de avaliar negativamente a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mauro Mendes disse que a direita ainda enfrenta dificuldade para consolidar uma liderança nacional. Para ele, a falta de um nome forte aumenta a incerteza sobre a disputa de 2026. “Existe um vácuo de grandes lideranças. O Flávio está tentando se firmar, mas essa névoa de expectativa não é positiva”, afirmou.

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