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Wanessa Camargo fala sobre aprendizado no BBB e chegada de Clara: ‘Sou irmã-tia’

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Wanessa Camargo se apresenta nesta segunda-feira (18), no cruzeiro de seu pai, Zezé Di Camargo. A cantora, que está prestes a celebrar 25 anos de carreira, relembrou o começo de sua trajetória e o apoio que recebeu do pai. A artista, de 41 anos, também falou sobre a chegada da irmã, Clara, fruto da união do seu pai com Graciele Lacerda, que está na reta final da gestação.

Ela brincou sobre ser uma nepobaby. “Sim, meu pai estourou quando eu tinha 9, 10 anos. Lembro do antes e do processo de quanto ele estourou. Quando eu comeicei a carreira ele já era Zezé Di Camargo, um dos maiores nomes da música sertaneja. Eu tinha um grande professor em casa. Adiantou? Não”, brincou sobre a fase adolescente.

Wanessa lembrou que a mãe, Zilu Godoi, a acompanhou no começo da carreira e se sentia segura, e que os desafios a ajudaram a crescer – caso do BBB 24, do qual foi desclassificada. Eu tenho certeza que tudo que eu passei este ano me fortaleceu como ser humano, como mulher, como mãe. Passei por momentos difíceis, mesmo”, declarou.

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A cantora se derreteu ao falar da gravidez de Graciele Lacerda. “Sou irmã-tia. Vai ser muito legal, óbvio que são 40 anos de diferença, quase avó (risos). Mas fico muito feliz, porque tenho dois meninos. E meus sobrinhos da minha ex-cunhada são dois meninos também. Minha irmã tem uma menina e um menino, então Clarinha veio trazer um refresco que estava muito masculino”, disse ela. “Vai ser incrível porque vai ser aquela coisa de irmã mais velha também”, avaliou.

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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