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Acadêmicos do curso de direito da Unemat Diamantino visitam sede do Tribunal de Justiça

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Acadêmicos do curso de direito da Universidade Federal de Mato Grosso, campus Diamantino, participaram do projeto “Nosso Judiciário”, nessa terça-feira (12 de novembro). A iniciativa visa aproximar Justiça e comunidade, ao demonstrar na prática como atua o Poder Judiciário de Mato Grosso e a estrutura que o compõe.  
 
O grupo, de 31 alunos, foi recepcionado pelo desembargador Lídio Modesto da Silva Filho, no Espaço Memória do Poder Judiciário de Mato Grosso, que reúne acervo que conta a história do Poder Judiciário do estado.  
 
“Aqui eles têm a oportunidade de visualizar o conteúdo teórico de sala de aula, ao observarem como funciona essa máquina em 2º grau e também do 1º grau”, destacou o magistrado, que descreveu qual é a função de um desembargador. “Tive um bate-papo e expliquei para eles a respeito da vantagem de se fazer o curso de Direito, quais são as portas que esse curso abre e, quem sabe um dia, eles estejam aqui, sejam como servidor ou magistrado”.  
 
Durante a visita, os estudantes acompanharam uma sessão da Segunda Câmara de Direito Público, presidida pelo desembargador Mário Roberto Kono de Oliveira. Para a professora e coordenadora do curso de direito da Unemat Diamantino, Isabelle Pifânio, a experiência marca a trajetória acadêmica dos alunos.  
 
“Eles puderam viver, conhecer a estrutura, conhecer os desembargadores. Quando isso é possibilitado, esses acadêmicos compreendem, efetivamente, como funciona um plenário, um julgamento. Observam como os desembargadores se portam, como são feitas as sustentações orais pelos advogados ou autores, isso faz uma diferença profunda, extremamente relevante na trajetória acadêmica dos nossos alunos”.  
 
A aluna do terceiro semestre do curso de direito, Naiara Oliveira, agradeceu a oportunidade, que deverá contribuir na decisão que fará para a carreira. “Foi um dos momentos mais interessantes que tive, fiquei surpresa quando recebi o glossário das mãos do desembargador, sendo uma área que admiro e é uma das opções que posso seguir”. 
 
Projeto Nosso Judiciário – O projeto “Nosso Judiciário” é voltado para estudantes universitários, principalmente do curso de Direito, e aos alunos da rede estadual do ensino médio. A finalidade é aproximar a sociedade do Poder Judiciário.  
 
#Paratodosverem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: a imagem mostra um grupo de pessoas em pé juntas em uma sala. Em primeiro plano, há uma mesa com várias pilhas de livros. Os indivíduos estão vestidos com uma variedade de estilos de roupas, e alguns estão segurando papéis ou outros itens. A sala tem piso de madeira e é bem iluminada.  Foto 2: duas pessoas estão lado a lado em um ambiente de escritório. A pessoa à esquerda está vestindo um terno escuro e gravata, segurando um livro intitulado “JURÍDICO”. A pessoa à direita está vestindo um blazer de cor clara. Atrás deles, há uma placa com os dizeres “MEMORIAL DO JUDICIÁRIO MATO-GROSSENSE”. À esquerda, há uma prateleira com vários livros grandes e, à direita, uma bandeira com as cores azul, verde e amarelo é parcialmente visível. 
 
 

Priscilla Silva

Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

imprensa@tjmt.jus.br

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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