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Viih Tube diz que viveu ‘coisas perigosas’ no parto de Ravi: ‘Quase fomos para UTI’

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Após dar à luz o filho mais novo, Ravi, Viih Tube contou que passou 19 horas em trabalho de parto, mas precisou recorrer a uma cesárea de emergência. Na manhã desta quarta-feira (13), a influenciadora digital, de 24 anos, comentou a experiência e disse que optou pela cesárea porque ela e o bebê ficaram em perigo.

Viih explicou que sonhava dar à luz Ravi em um parto normal, mas não conseguiu. “Que uó, o que eu mais queria era ter conseguido o normal, tanto que fiquei 19 horas em trabalho de parto, mas não iria arriscar meu filho ou a mim. Depois conto o que aconteceu, as intercorrências que tiveram, mas fui direto para a cesárea”, declarou.

Ela também rebateu quem duvidou que a cesárea fosse de emergência. “Vocês acham que eu ia chegar até o expulsivo e não iria expulsar o bebê? Foram coisas perigosas e era visível que estava dando algo errado, tivemos que sair correndo mesmo, quase fomos para a UTI, eu e o Ravi. Graças a Deus, não precisou, mas chegou até a reservarem sala para o Ravi”, contou a ex-BBB.

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A youtuber disse não se arrepender e ter passado tantas horas na tentativa de um parto normal. “Queria viver o parto normal porque já vivi uma cesárea e não foi legal. Da mesma forma que tem gente que tem medo do parto normal, tem gente que tem medo da cesárea. De verdade, amei ter vivido a experiência do parto normal, fiquei muito triste que não deu certo no final, mas foi pela segurança dele e minha. Foi mais de uma intercorrência. O mais importante é que está todo mundo bem, que deu certo, que foi lindo.”, Finalizou.

Viih Tube compartilha detalhes do trabalho de parto: 'Foi um dia que me ensinou muita coisa!' — Foto: Reprodução/Instagram

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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