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Escola Superior da Magistratura assina Acordo de Cooperação Acadêmica com a Universidade de SP

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), por meio da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), e a Universidade de São Paulo (USP), por meio do Instituto de Relações Internacionais (IRI), celebraram um Acordo de Cooperação Acadêmica Nacional a fim de promover a cooperação acadêmica entre ambas as instituições, em áreas de mútuo interesse.
 
Com prazo inicial de 36 meses, essa cooperação se dará por meio de intercâmbio de docentes e pesquisadores; elaboração conjunta de projetos de pesquisa; organização conjunta de eventos científicos e culturais; intercâmbio de informações e publicações acadêmicas e científicas; recepção de delegações acadêmicas e científicas do Brasil; intercâmbio de membros da equipe técnico-administrativa; e cursos e disciplinas compartilhados.
 
O documento foi assinado pela presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva; pela diretora-geral da Esmagis-MT, desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos; e pelo diretor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (IRI-USP), Pedro Bohomoletz de Abreu Dallari.
 
Para constituir a coordenação do acordo, foram indicados pelo IRI – USP, por meio de sua Escola de Segurança Multidimensional, o Prof. Dr. Leandro Piquet Carneiro, e, pela Esmagis-MT, o Prof. Dr. Antônio Veloso Peleja Júnior, juiz de Direito, coordenador pedagógico da Escola.
 
Essa iniciativa foi possível graças aos Programa de Educação Continuada da Escola de Segurança Multidimensional (ESEM) da USP, que se destina a aperfeiçoar, atualizar e difundir conhecimentos para a promoção da formação profissional na área de Segurança Pública, Defesa e Justiça criminal, no âmbito doméstico e internacional, bem como promover estudos e reflexões originais sobre esses temas em suas várias dimensões.
 
Para a desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, essa cooperação é muito importante em razão da relevância acadêmica da Universidade de São Paulo. “Todos sabem que, no Brasil, a USP é uma grande faculdade, se não a melhor do país, na área jurídica. E esses professores são mestres, doutores, pós-doutores, tanto na área de Direito como na área de Tecnologia da Informação, na área de inteligência artificial”, observou.
 
Nova oportunidade
 
Estão abertas as inscrições para a segunda edição do curso “Introdução à Cibersegurança e Crimes Digitais”, oferecido pela Escola de Segurança Multidimensional da Universidade de São Paulo (ESEM-IRIUSP).
 
Essa atividade educacional foi desenvolvida para capacitar profissionais de segurança pública e privada, além de estudantes e interessados no tema, para lidar com os desafios dos crimes digitais.
 
As aulas ocorrem de 25 de novembro de 2024 a 31 de janeiro de 2025, na modalidade Educação a Distância (EAD), com investimento de R$ 300,00 ou $56 USD. O certificado será emitido pela USP após a conclusão com 75% de frequência.
 
Podem se inscrever agentes de segurança, estudantes e profissionais que atuam na prevenção e combate a crimes digitais.
 
Inscreva-se aqui. https://esem.org.br/pt/curso-ead-de-introducao-a-ciberseguranca-e-aos-crimes-digitais/
 
Em razão da parceria firmada com a Esmagis-MT, foram disponibilizadas duas bolsas para participação gratuita no curso, que serão usufruídas pelo desembargador Luiz Octávio Oliveira Saboia Ribeiro e pelo juiz substituto Vinicius Paiva Galhardo.
 
Para mais informações ou dúvidas sobre esse curso, entre em contato através do e-mail: canaldeduvidas_esem@usp.br ou pelo WhatsApp: +55 11 95078-1081.
 
Lígia Saito 
Assessoria de Comunicação 
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Wilson Santos propõe túnel para travessia segura de capivaras entre Parque das Águas e ALMT

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Já se tornou comum deparar com grupos de capivaras nos gramados e chafariz da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Os registros frequentemente chamam a atenção de servidores, visitantes e parlamentares, além de renderem imagens curiosas compartilhadas nas redes sociais. Essa presença inspirou o deputado estadual Wilson Santos (PSD) a propor o Projeto de Resolução nº 428/2024 que prevê a criação de passagens subterrâneas (ecodutos) destinadas à travessia segura de pequenos animais entre o Parque das Águas e a Casa de Leis.

O projeto foi apresentado em 2024 e aprovado em primeira votação no último dia 19 de maio. Ele agora cumpre pauta de cinco sessões para voltar à apreciação do plenário. 

Conforme o parlamentar, a medida vai além da proteção animal e, também, representa um investimento em segurança viária. “Com a aplicação da passagem subterrânea, além da proteção dos animais, especialmente das capivaras, serão evitados diversos acidentes provocados quando motoristas precisam desviar dos animais durante a travessia. Precisamos adotar medidas concretas para preservar a vida animal e oferecer mais segurança à população”, destacou.

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Um dos momentos que mais despertou atenção da população foi quando um grupo de capivaras foi flagrado no chafariz da ALMT como uma verdadeira “piscina”. Enquanto algumas se refrescavam na água, outras aproveitavam a grama do local para se alimentar. A cena reforçou a necessidade de medidas que garantam a convivência harmoniosa entre o ambiente urbano e a fauna silvestre.

Projeto –A passagem subterrânea deverá ser construída sob a camada asfáltica que separa o Parque das Águas da Assembleia Legislativa, permitindo que os animais realizem a travessia sem precisar cruzar a pista de veículos. A estrutura poderá ser executada em concreto armado, material cerâmico ou outro elemento que apresente resistência e segurança adequadas.

Wilson ressalta ainda que a iniciativa atende a uma preocupação crescente com a preservação ambiental em áreas urbanizadas. Para ele, a instalação das passagens subterrâneas representa uma solução prática e sustentável para reduzir a mortalidade da fauna local e fortalecer a consciência de proteção ao meio ambiente.

Caso aprovada, a proposta poderá transformar a região em uma referência de convivência entre desenvolvimento urbano, mobilidade e preservação da biodiversidade, garantindo que as capivaras tenham uma rota segura para circular entre os dois espaços.

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