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PM homenageia 60 autoridades civis e militares com imposição de medalha Mérito Força Tática

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A Polícia Militar de Mato Grosso realizou, na noite desta quarta-feira (30.10), a imposição da “Medalha Mérito da Força Tática – Cabo PM Vanilson Silva Carvalho, taticano 31 – 19º CCRT”, no auditório do Senai, em Várzea Grande. Ao todo, 60 autoridades, entre civis e militares, foram agraciadas pelos serviços prestados para o fortalecimento do policiamento tático na Baixada Cuiabana.

O comandante da Força Tática do 2º Comando Regional de Várzea Grande, tenente-coronel Roosevelt Marcos Barros da Silva Júnior, parabenizou os policiais militares da unidade especializada destacando os importantes serviços prestado no município e região e explicou que a medalha leva o nome do cabo PM Vanilson Silva Carvalho, que faleceu, após reagir a um roubo a mão armada, em 2017, em Aragarças, no estado de Goiás.

Durante o discurso, o comandante declarou que a honraria é uma força de reconhecer os militares, autoridades e parceiros e demonstrar que a Força Tática executa o patrulhamento tático nos municípios de Poconé, Nossa Senhora do Livramento, Rosário Oeste, Jangada, Acorizal e Nobres.

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Somente neste ano, a Força Tática do 2º Comando Regional superou a marca de uma tonelada de drogas apreendidas, ocasionando prejuízos ao crime estimado em mais de R$ 17 milhões. “Com esta homenagem, condecoramos as autoridades civis e militares dignas de reconhecimento pelos serviços prestados à Força Tática e a toda a Polícia Militar de Mato Grosso. O trabalho é árduo, mas com honra e bravura não vamos dar espaço à criminalidade no Estado”, declarou.

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Corrêa Mendes, também parabenizou todos os policiais militares da Força Tática da região metropolitana, reconhecendo seus esforços e importantes feitos para garantia da segurança pública na região da Baixada Cuiabana.

“A entrega da medalha é uma maneira de expressar a nossa gratidão a todos os parceiros que acreditam na Polícia Militar. Temos que fazer uma junção de esforços para dar uma resposta ainda mais rápida à sociedade”, comentou.

O comandante-geral da PM ainda ressaltou os importantes investimentos por parte do Governo do Estado na área da Segurança Pública. “A Polícia Militar de Mato Grosso é uma das mais bem preparadas e qualificadas do país, pois vive uma realidade como nunca antes, com armamentos de última geração, viaturas mais modernas e equipamentos de segurança de ponta, graças aos esforços do Governo do Estado que podemos garantir uma resposta mais rápida à população”, enfatizou.

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Entre os homenageados da noite são os desembargadores Rui Ramos, Marcos Machado, os juízes de Direito, Marcos Faleiros, Moacir Torquato, os promotores de Justiça Mauro Zaque, Rubens Alves e o defensor público José Edir de Arruda. Já entre os militares estão o coronel PM Fernando Augustinho, os tenentes-coronéis Dyonis Almeida, Fagner Augusto e Gabriel Rodrigues, além do major Paulo Henrique Maia e os terceiros-sargentos, Alaerson Ferraz, Joecir de Jesus e Keney Magno, entre outros.

Fonte: Governo MT – MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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