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Na Grécia, primeira-dama de MT recebe faixa preta de Jiu-Jitsu e título de embaixadora mundial do esporte

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A primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, participou, neste domingo (27.10), do Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu em Heraklion, na Grécia. Anteriormente reconhecida como Madrinha Nacional do Parajiu-Jitsu pela Federação Brasileira de Jiu-Jitsu Paradesportivo (FBJJP), agora ela integra a elite do esporte mundial como faixa preta e Embaixadora Mundial.

A comitiva liderada pela primeira-dama Virginia Mendes conta também com os secretários de Estado de Esporte, Cultura e Lazer (Secel), David Moura; de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Cel. Grasi Bugalho; e a coordenadora da Unidade de Assuntos Internacionais do Governo, Rita Chiletto.

Com o apoio do Governo do Estado, por meio da Secel, Mato Grosso levou a maior delegação de desporto e paradesportivo da história, com 15 integrantes.

O reconhecimento à primeira-dama do Estado foi entregue pelos membros da diretoria da JJIF, Christian Horvath e Joachim Thumfar, representando o Governo dos Emirados Árabes Unidos, que prioriza o Jiu-Jitsu como uma ferramenta para o desenvolvimento intelectual, disciplina e relações comerciais entre países que apoiam o esporte.

Idealizadora do programa SER Família Inclusivo, a primeira-dama Virginia Mendes deu o primeiro passo na categoria esportiva ao abraçar a causa dos paratletas de Barra do Garças e Canarana da Associação Mato-Grossense de Jiu-Jitsu Paradesportivo (AMJJP) e FBJJP, sob a gestão do presidente Elcirley Luz e do vice-presidente Mário Édson (Cowboy).

Um quadro também foi entregue à Virginia Mendes com a seguinte mensagem: “Por esforço e dedicação excepcionais ao Parajiu-Jitsu. Sua constante ajuda e apoio mudaram a vida de muitos atletas e o próprio esporte para sempre.”

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Para Virginia Mendes, a faixa preta e o título de Embaixadora Mundial do Jiu-Jitsu foram uma surpresa.

“Eu não imaginava que receberia esse reconhecimento, fiquei muito emocionada. Agradeço de coração ao Christian e ao Joachim por essa honraria, e também ao meu querido amigo Elcirley, que realiza um verdadeiro trabalho de doação ao esporte, ao professor Mário, minha equipe UNAF, ao secretário David Moura e à secretária Grasi. Ninguém faz nada sozinho”, agradeceu Virginia Mendes.

“Ninguém faz nada sozinho; isso só está acontecendo porque o governador Mauro Mendes tem dado atenção a essa causa tão importante. Não consigo encontrar palavras para agradecer, mas sei que minha responsabilidade aumenta a cada dia”, destacou a primeira-dama de MT.

Ela ainda lembrou momentos marcantes das competições e falou sobre sua visão do esporte, enfatizando como as oportunidades podem ser ampliadas através da conexão com os Emirados Árabes Unidos, principal investidor do segmento e países envolvidos na causa.

“Tive a oportunidade de conversar com membros internacionais do esporte. Com esse título, acredito que mais portas serão abertas para o nosso estado, que está sendo reconhecido como ‘Estado da Inclusão’. Quero ampliar o acesso ao esporte através de projetos para que outros municípios, além de Barra do Garças e Canarana, também tenham acesso ao poder transformador desse esporte”, ressaltou Virginia Mendes.

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O austríaco Christian Horvath destacou o papel relevante que a primeira-dama Virginia Mendes desenvolve de maneira voluntária. “Hoje temos Mato Grosso como um grande parceiro, porque a primeira-dama do Estado tem dado total atenção ao esporte que dirigimos. O Jiu-Jitsu tem salvado vidas, e esse reconhecimento é pela sua dedicação e doação às pessoas que mais precisam. Ela ama o que faz”, afirmou.

O presidente da FBJJP e da AMJJP, Elcirley Luz, avaliou a participação da Embaixadora Mundial como imprescindível.

“A aproximação da primeira-dama Virginia Mendes foi crucial para os frutos que estamos colhendo. Não é fácil, ainda mais na categoria que participamos; somos invisíveis para muitos, mas ela está fazendo as pessoas nos enxergarem, porque tem voz. Com certeza, a primeira-dama de MT alcançará muito mais. O estado do Agro, agora, é também o da Inclusão”, ratificou.

A delegação mato-grossense já conquistou 14 medalhas no campeonato, sendo seis delas de ouro. Nesta segunda-feira (29.10), atletas e paratletas continuam competindo.

Fonte: Governo MT – MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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