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Quadrilha que roubou carreta com carga de farelo de soja na BR-070 é presa em flagrante pela Polícia Civil

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Quatro envolvidos no roubo de uma carreta com uma carga de farelo de soja, abordada na BR-070, foram presos em flagrante entre quarta e esta quinta-feira (04.04) em ação conjunta da Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacias de Lucas do Rio Verde e Campo Verde.

Um dos criminosos foi preso na cidade de Lucas do Rio Verde, pela equipe da delegacia do município, conduzindo o caminhão roubado. Os outros comparsas foram presos em flagrante na região de Campo Verde, em um veículo Renault Sandero.

O roubo com restrição de liberdade e ameaça de arma de fogo teve início na terça-feira. A vítima foi abordada pelos criminosos na BR-070, sentido à cidade de Cáceres. Usando a tática conhecida como ‘homem-aranha’, um dos criminosos subiu no veículo em movimento e soltou a mangueira da carreta, causando uma pane. Naquele momento, o motorista teve que reduzir a velocidade, quando foi anunciado o assalto.

Após o registro do roubo, uma equipe da GCCO iniciou rondas nas rodovias utilizadas pelas quadrilhas de roubo de carga para fuga, como a MT-140 e MT-251, na região de Campo Verde e Chapada dos Guimarães, conhecidas como Rota Verde e com poucos pontos de vigilância e monitoramento.

Os policiais civis identificaram que o veículo roubado seguiu para a cidade de Lucas do Rio Verde, onde a equipe local conseguiu interceptar o caminhão, com o cavalo mecânico, modelo Volvo FH 540, e prendeu um dos integrantes da quadrilha.

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Em diligências na Rodovia dos Imigrantes, a GCCO recuperou os semirreboques e a carga roubada de farelo de soja, avaliada em aproximadamente R$ 150 mil. Os reboques estavam estacionados em uma área, nos fundos de um posto de combustíveis, próxima à Lagoa Trevisan, em Cuiabá.

Na madrugada desta quinta-feira, a GCCO identificou que o Renault Sandero, que deu apoio logístico na ação criminosa, estava na região de Campo Verde, quando conseguiu abordar o veículo com outros três comparsas do assalto à carreta. O veículo Sandero está em nome da mãe de um dos presos em flagrante, que uso o veículo como batedor à frente da carreta conduzida pelos demais criminosos.

Um dos assaltantes e líder do roubo desligou o rastreador da carreta. Outro deles é monitorado por tornozeleira eletrônica, que estava desligada. Todos foram autuados e presos em flagrantes por roubo majorado por pela restrição de liberdade da vítiva, uso de arma de fogo e concurso de pessoas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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