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Polícia Civil de MT cumpre mandado em operação do DF de combate à fraude eletrônica

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, cumpriu um mandado de busca e apreensão domiciliar em apoio à operação “Black Cheep”, deflagrada, nesta terça-feira (05.07), pela Polícia Civil do Distrito Federal

A operação deflagrada para apurar crimes de fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de capitais, tem como alvo uma associação criminosa envolvida em fraudes aplicadas por meios virtuais como redes sociais e aplicativos de mensagens.

As ordens judiciais cumpridas na operação foram expedidas pela 7ª Vara Criminal de Brasília-DF, com base em investigações iniciadas após a comunicação de um golpe do falso perfil do whatsapp.

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão domiciliar em uma residência no bairro Santa Isabel, em Cuiabá, onde foi identificada a rede wifi usada pelo terminal para a prática dos golpes. No local, foram apreendidos quatro aparelhos celulares.

O material apreendido será encaminhado para perícia e as investigações seguem em andamento por Brasília.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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