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Barra do Garças faz homenagem à mãe da primeira-dama de MT com unidade “Euridice Gomes SER Família Criança”

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Na visita da primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, ao município de Barra do Garças, no Araguaia, nesta sexta-feira (22.03), foi feita a assinatura do Termo de Adesão do projeto contraturno da segunda unidade do programa SER Família Criança do Estado, e também do Termo de Aceite de mobiliários e materiais permanentes para o Lar dos Idosos.

Acompanhada da secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania, Grasielle Bugalho, Virginia Mendes foi recebida pelo prefeito Adilson Gonçalves e pela primeira-dama Leila Batista, além do prefeito do município de Pontal do Araguaia, Adelcino Lopo, e da primeira-dama Adriana Lima.
 
Virginia Mendes recebeu do município a homenagem com o nome de sua mãe, Euridice Gomes SER Família Criança, onde 1.000 crianças, entre quatro e doze anos, serão atendidas.

“Fiquei muito emocionada quando soube que a unidade de Barra do Garças vai receber o nome da minha saudosa mãezinha. Gratidão ao prefeito Adilson, à primeira-dama Leila, ao meu querido amigo Benier, ao vereador Zé Gota e a todos os vereadores por essa homenagem tão especial. Com certeza, o contraturno escolar vai mudar a vida das crianças e das famílias”, disse Virginia Mendes.
 

O investimento do Governo do Estado na nova unidade possibilitará o atendimento com atividades extracurriculares, como já ocorre no projeto piloto de Poconé. Somente em programas e projetos sociais, em pouco mais de cinco anos, o atual Governo já investiu mais de R$ 13 milhões.
 
“As crianças terão acesso a profissionais habilitados para o desenvolvimento das atividades que incluem oficinas lúdicas, cognitivas, segurança alimentar, esportivas e culturais, além de contribuir com a rotina das famílias, pois as crianças são atendidas no contraturno escolar”, explicou Virginia Mendes.
 

“Agradeço ao governador Mauro Mendes por todo apoio e esforço para concretizar esse projeto em mais um município”, agradeceu a primeira-dama do Estado.

O prefeito ressaltou o dia como histórico e destacou a atenção da primeira-dama do Estado e do governador Mauro Mendes.
 

“Hoje é um dia histórico para o nosso município, e ainda não estou acreditando. A ação na Vila Maria tem o DNA da dona Virginia, tenho certeza de que a gestão do governador Mauro Mendes é um sucesso, primeiro porque ele é um bom gestor, e segundo pelo olhar diferenciado para o próximo, por isso que a senhora, dona Virginia, é uma pessoa tão querida em nosso Estado, uma mãe para a população mais vulnerável”, disse o prefeito.

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Para a secretária Grasielle Bugalho, o primeiro passo para a implantação do SER Família Criança na cidade é fruto de vontade e persistência.

“Era perceptível a vontade de Barra Garças aderir ao projeto Ser Família Criança. A gente sabe que para atender bem um município como esse, o projeto tinha que ter outra versão, até porque vai atender o município vizinho, Pontal do Araguaia. A história de superação do local escolhido se confunde com a história da primeira-dama Virginia Mendes, porque o nome Euridice traz isso. Quantas e quantas vidas serão abençoadas com toda garantia de aprendizado e segurança alimentar que o projeto prevê”, disse a secretária.

A primeira-dama Virginia Mendes e comitiva visitaram a Associação Mato-grossense de Jiu-Jitsu Paradesportivo AMTJJP, desenvolvido na Academia Gracie Barra, que conta com o projeto ‘Transformando e Resgatando Vidas’, com mais de 50 paratletas, sob o comando do policial aposentado e paratleta, Elcirlei Luz Silva. O projeto já representou o Estado em mais de 48 países, como Emirados Árabes Unidos, Japão e Estados Unidos, além de várias competições nacionais com inúmeras medalhas.
 

A agenda de visitas finalizou com a vistoria nas obras de reforma do Hospital Municipal Milton Pessoa Morbeck, onde o Governo Estadual e o município estão investindo R$ 6,8 milhões.

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“Mais uma vez agradeço à população barra-garcense pela recepção e fico feliz em saber que aqui a gestão municipal está trabalhando e olhando para os que mais precisam de atenção”, reconheceu Virginia Mendes.

Também participaram da agenda o vice-prefeito de Barra do Garças, Sivirino Souza, e sua esposa, Profª Silvania Souza, o padre Cristiano Ribeiro Dias, vereadores, secretários municipais, o comandante do 5º Comando Regional da PM, Cel. André Dorileo, o comandante da 1ª companhia independente de Bombeiros Militar, major André Luiz Dechamps, e população em geral.


 

Fonte: Governo MT – MT

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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