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Bamur (Banda Municipal de Rondonópolis) torna – se filiada à Federação de Bandas e Fanfarras de Mato Grosso

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Criada há quase quatro anos pela prefeitura de Rondonópolis, a Banda Municipal (Bamur) tornou-se filiada da Federação de Bandas e Fanfarras de Mato Grosso (FMBF). A oficialização da filiação ocorreu na noite de quinta-feira (21), com a visita do presidente da federação, Maestro Markus Santana, que estava acompanhado de assessores, os maestros Jairo e Alex Salles.

Regida pela batuta do maestro Wagner Linhares, a Bamur, que completa quatro anos de existência em junho deste ano, é composta atualmente por mais de 30 integrantes.

Nesse curto período de existência, a banda já se apresentou em dezenas de eventos na cidade e também em alguns municípios vizinhos como Pedra Preta, Jaciara, Alto Garças, Alto Araguaia, Araguainha entre outros, interpretando todos os estilos e ritmos musicais.

Além das apresentações da Bamur, seus integrantes também trabalham em outras frentes como na formação na Escola de Música que fica na região da Vila Operária e na instrução de fanfarras em escolas da rede municipal.

Cabe ressaltar que o projeto de fanfarras de Rondonópolis é um dos maiores da região Centro-Oeste, contando com 15 corporações e mais de 900 alunos participando diretamente.

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“Estar filiado junto à Federação é um marco histórico, pois representa a consolidação de vários anos de trabalho e muita dedicação de toda a equipe para fazer com que a Bamur seja uma realidade e uma referência para toda a região”, disse Wagner Linhares, que desempenha também a gerência do recém-criado Departamento de Música da Secretaria Municipal de Educação (Semed).

“Estar filiado junto à Federação Estadual é um marco histórico”, reforçou o maestro Lucas Augusto, assessor administrativo do Departamento de Música.

O assessor técnico do Departamento Municipal de Música, maestro Daniel Alves, também ressaltou a importância do fato da Bamur passar a ser federada. “É algo para ser comemorado, pois se trata de um avanço muito grande”.

Em sua visita a Rondonópolis, o presidente da Federação realizou uma palestra para integrantes da BAMUR nas dependências da Escola de Música, que está recebendo os ajustes finais para a sua inauguração ocorrer em breve.

Ele considerou um marco importante na história de Mato Grosso e em especial para a região Sul do estado o ingresso da BAMUR, que é referência para toda a região, nos quadros de filiados da FMBF.

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O presidente da federação, que assistiu a execução de duas peças musicais interpretadas pela BAMUR, parabenizou o trabalho que vem sendo desenvolvido pela prefeitura de Rondonópolis para o segmento, com a criação da Escola Musical, que deve beneficiar não só a cidade de Rondonópolis, mas também os municípios circunvizinhos.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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