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Governador afirma que ações em infraestrutura e segurança atraíram nova usina de etanol de milho para MT

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O governador Mauro Mendes afirmou, nesta quinta-feira (14.03), que os investimentos realizados pelo Governo do Estado na melhoria de infraestrutura e em segurança foram fundamentais para atrair a instalação da Usina de Etanol de milho, no município de Porto Alegre do Norte, no Vale do Araguaia. 

Ele se reuniu com os representantes da empresa gaúcha 3tentos, no Palácio Paiaguás, que será responsável pela implantação da indústria. A construção já está em andamento e as operações devem iniciar em 2026. 

“O Governo criou no Estado um modelo de desenvolvimento baseado em um ecossistema produtivo democrático, que garantiu segurança jurídica e melhorias na nossa infraestrutura e logística. Isso deu confiança para que os empreendedores e investidores industriais trouxessem importantes aportes financeiros para Mato Grosso”, afirmou o governador. 

Em 2023, Mato Grosso liderou o ranking nacional de produção de etanol de milho. Foram 4,4 bilhões de litros produzidos, o que representa 73% de toda a produção no país. A previsão é que a próxima safra ultrapasse essa quantidade. Além disso, Mato Grosso continua no pódio entre os estados com maior crescimento industrial.

A 3tentos, que já atua com o processamento de soja no município de Vera, investiu R$ 1,04 bilhão para a construção da usina em Porto Alegre do Norte, que terá capacidade de produzir, diariamente, 935 mil litros de etanol, 587 toneladas de DDGS (farelo de milho) e 37 toneladas de óleo de milho. 

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Mauro destacou ainda que Mato Grosso vive um importante momento como protagonista mundial da agroindústria. 

“Estamos experimentando um grande crescimento e desenvolvimento em todas as regiões do Estado, sem exceção. Com a ampliação e consolidação do setor industrial, seguramente, temos uma das maiores capacidades, entre todas as regiões do planeta, de expandir a produção de alimentos e de biocombustíveis de forma sustentável para o mundo”, enfatizou. 

O presidente da 3tentos, Luiz Osório Dumoncel, apontou que a expansão da região do Araguaia na produção de grãos foi um dos motivos para a escolha da nova usina. 

“Existe uma junção entre potencial produtivo, perfil profissionalizado de pecuaristas, que investem cada vez mais em tecnologia, logística de escoamento favorável, com a BR 158, e também a atuação do governador Mauro Mendes e do vice Otaviano Pivetta, sempre lado a lado conosco, que nos motivou a investir na região”, relatou. 

O prefeito de Porto Alegre do Norte, Daniel Lago, afirmou que a chegada da usina vai beneficiar não apenas o município, mas toda a região do Vale do Araguaia, conhecida até pouco tempo atrás como “Vale dos Esquecidos”. 

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“O Governo tem sido um grande parceiro para o município, trazendo investimentos, desenvolvimento e mudando nossa realidade. Tudo isso contribuiu para que mais empresas investissem, como é o caso da usina de milho que será instalada em Porto Alegre do Norte. Mas quem ganha é toda a região do Araguaia”, afirmou o prefeito. 

A previsão é de que 3 mil pessoas sejam empregadas durante a construção da usina. Após a conclusão, o complexo industrial deve empregar de 250 a 300 trabalhadores permanentes. 

Também estiveram presentes na reunião: o vice-governador Otaviano Pivetta; o senador Jayme Campos; os secretários de Estado Fábio Garcia (Casa Civil) e César Miranda (Sedec); os deputados estaduais Dr. Eugênio e Dilmar Dal Bosco; o prefeito de Primavera do Leste e presidente da AMM, Léo Bortolin; a vice-prefeita de Porto Alegre do Norte, Terezinha Leão; além de comitiva da empresa 3tentos.

Fonte: Governo MT – MT

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TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas

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Foto: Alair Ribeiro/TCE-MT

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.

A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.

Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.

Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.

O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

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