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PRF apreende infrator após acompanhamento tático em Jangada/MT

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Em 13 de março de 2024, uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizava uma ação no km 494 da BR 364, no município de Jangada/MT.

Durante uma fiscalização, a equipe deu ordem de parada a um veículo, de cor preta. No entanto, o condutor não obedeceu e empreendeu fuga. A equipe iniciou um acompanhamento tático do veículo, que entrou em um lote vazio após alguns metros.

O condutor abandonou o veículo e fugiu para o mato. A equipe continuou a busca no matagal e, algum tempo depois, localizou o indivíduo. Ao ser questionado sobre o motivo da fuga, o abordado deu respostas desconexas e alegou que estava com o documento do carro vencido.

Durante vistoria no veículo, foram encontrados 22 tabletes de pasta base de cocaína, totalizando aproximadamente 23,4 kg.

Diante dos fatos, o infrator foi preso, em tese, por tráfico de drogas e conduzido para a Polícia Judiciária Civil de Rosário Oeste.

Fonte: PRF – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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