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Camila Pitanga exibe clique raríssimo com a mãe, Vera Manhães: ‘Vera também é atriz’

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A atriz Camila Pitanga compartilhou uma foto rara ao lado da mãe, Vera Manhães, atualmente com 73 anos de idade, nas redes sociais. Como atriz, ela chegou a fazer parte do elenco de novelas da Globo como Marrom Glacê (Globo, 1979) e O Cafona (Globo, 1971). O último trabalho de Vera na TV foi em Roque Santeiro (Globo, 1985).

Sucesso na década de 1970 como modelo, atriz e dançarina, Vera se afastou do meio artístico para cuidar da saúde. Camila tinha apenas 9 anos quando a mãe o pai, o ator Antonio Pitanga, se separaram em 1986.

Ela e o irmão, o ator Rocco Pitanga, três anos mais novo, foi criados pelo pai. “Nosso pai tinha mais estrutura psicológica para nos criar. Minha mãe alternava momentos de afetividade com isolamento”, contou Camila em entrevista à revista TPM, em 2009, sobre o quadro de depressão de Vera. Ao Altas Horas, a atriz contou que, nos últimos anos, Vera passou a fazer musicoterapia e adora cantar.

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Em entrevista para a Revista Quem, Rocco Pitanga também falou sobre sua criação. “Eu fui criado por meu pai e minha irmã. Tive esse modelo em casa. Tenho uma irmã três anos mais velha, que aos 18 já estava trabalhando, que tinha comprado carro, saído de casa. Eu tive o exemplo de meu pai e de minha irmã em relação à questão feminina e ao homem poder cuidar de uma menina”, afirmou o ator, que vive com as filhas adolescentes, Amanda e Bruna, desde a morte da ex-mulher, Claudia Cunha.

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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