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Fernanda Gentil é diagnosticada com paralisia de Bell: ‘Um pouco dormente’

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Através de seu canal do YouTube, Fernanda Gentil, jornalista, apresentadora e influenciadora digital, revelou que foi diagnosticada por médicos com paralisia de Bell, uma doença que paralisa parte do rosto. No relato, Fernanda comentou como apareceram os primeiros sintomas.

“Fui buscar o Gabriel, meu filho, no aeroporto que chegou de viagem. Quando ele chegou, eu agarrei de leve, abracei, espremi, comecei a dar vários beijos de saudade, e eu senti que fiquei com a boca um pouco dormente. Do movimento do beijo. Mas, enfim, não era pra ficar. Eu falei: ‘Cara, isso está estranho, não é possível”, disse Fernanda.

“Tem algum movimento que eu estou fazendo que está me machucando, me incomodando’. Eu comecei a fazer o movimento de beijo de novo, e eu não conseguia, a boca não firmava, sabe? Já comecei a ‘noiar’. Alguma coisa não está respondendo como deveria. Percebi que o lado esquerdo da minha boca não estava correspondendo com o direito. Os movimentos que meu lado direito faziam, o esquerdo não acompanhava (…) Liguei para o médico já com a voz bem preocupada. Eu tento segurar o rojão até onde eu consigo”, continuou a jornalista.

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“Realmente estava acontecendo essa paralisia. A primeira notícia boa que ele me deu foi que, só pelos exames visuais, diminuiu as chances de ser algo neurológico. O maior risco disso é que seja um AVC (Acidente Vascular Cerebral) ou um tumor. Mas como eu não estava com nenhum sintoma antes, o mais provável era isso”, finalizou.

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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