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Polícia Civil fecha madeireira em continuidade a operação de combate ao desmate ilegal em Nova Maringá

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Diversas toras de madeira, a sua maioria da espécie Cambará, foram apreendidas na última quinta-feira (22.02), em continuidade aos trabalhos da Operação Erisma II, deflagrada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), para apurar a extração ilegal de madeira em uma Área de Preservação Permanente (APP) no município de Nova Maringá (400 km a médio norte de Cuiabá).

Uma madeireira alvo da investigação foi embargada, resultando na apreensão de mais de 300 metros cúbicos de madeira e multa de aproximadamente meio milhão de reais. O trabalho de fiscalização contou com apoio das equipes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Polícia Militar e do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea).

As novas diligências iniciaram após informações de o grupo envolvido na extração ilegal de madeira estaria utilizando outra entrada em uma estrada vicinal para retirar as toras de madeira cortadas, relacionadas a prisão anterior.

Diante da informação, as equipes foram até a região da Rodovia MT-160 e na estrada vicinal, observaram a entrada na mata com marcas e vestígios recentes de pneus de trator e de caminhão, confirmando as informações obtidas, de que os suspeitos retornaram para região para retirar as madeiras cortadas.

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Ao entrar na mata, os policiais localizaram uma esplanada, onde foram localizadas 15 toras de madeira diversas, em sua maioria da espécie Cambará, porém não foram encontrados no local, maquinários ou pessoas.

Em continuidade às diligências, as equipes realizaram buscas na empresa investigada por receber a madeira ilegal, onde foram apreendidos mais de 300 metros cúbicos de madeira. A madeireira foi embargada recebendo uma multa de aproximadamente R$ 500 mil.

As toras de madeira foram apreendidas e encaminhadas para o pátio da Prefeitura Municipal de Nova Maringá. As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos no crime.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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