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Cidade discutirá política pública de imigrantes na conferência de cidadania em movimento

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Rondonópolis irá discutir as políticas públicas de atendimento a imigrantes durante a 1ª Conferência Municipal de Migrações, Refúgio e Apatridia – Comigrar: Cidadania em Movimento. A cidade está entre os três a fazerem a discussão com a sociedade em todo o Mato Grosso. O evento acontece no auditório da prefeitura, no dia 01 de março das 13h às 18 horas. Além de Rondonópolis, Cuiabá e Várzea Grande e Cáceres também discutirão o tema imigração com a população.

A conferência elencará as propostas para compor o documento estadual que será posteriormente discutido em âmbito nacional para composição e reformulação das políticas públicas para quem escolhe o Brasil como segunda pátria. Entre as obrigatoriedades para a realização está a participação de 30% de estrangeiros e o encaminhamento de três propostas por eixo discutido para constar num documento que será encaminhado para o Ministério da Justiça.

São as igrejas que estão fazendo a parte de acolhimento para os estrangeiros que chegam na cidade. Primeiramente foi a Igreja Católica, através da Diocese e agora duas frentes estão ativas, uma na Igreja Batista e outra na Assembleia de Deus. Os grupos de imigrantes se encontram semanalmente para fazerem celebrações na língua deles nestes locais e reencontrarem amigos e confraternizarem.

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No evento, o Ministério do Trabalho fará uma palestra sobre trabalho para as pessoas de outros países que moram no município. O palestrante será o procurador Pedro Henrique Godinho Faccioli, que já trabalhou com povos de outros países, em Roraima. Depois da palestra, será a discussão com a plenária a elaboração das propostas da cidade para posterior encaminhamento para a discussão estadual e nacional.

“Estaremos elaborando um documento daqui da cidade com sugestões para melhorias para pessoas estrangeiras e pedimos que ela participem desta discussão comparecendo no domingo”, afirmou a assistente social da Secretaria Municipal de Saúde, Edna Soares, uma das coordenadoras da conferência.

Em março, Cuiabá será a sede da 2a Conferência Estadual de Migrações, Refúgio e Apatridia de Mato Grosso, nos dias 14 e 15. Em junho, será realizada a nacional em Foz do Iguaçu, no Paraná.

A discussão nacional está sendo coordenada pelo Ministério da Justiça e Cidadania, nos Estados pelas secretarias da pasta e em Rondonópolis o evento é coordenado pela prefeitura através da Secretaria Municipal de Saúde e de Promoção e Assistência Social, pela Pastoral da Mulher Marginalizada – Diocese de Rondonópolis-Guiratinga e conta com a participação de representantes da comunidade de haitianos e venezuelanos.

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Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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