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Tia Má dubla personagem Dora da série de animação “Aventuras de Ami”

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Tia Má está presente na segunda temporada da animação “Aventuras de Amí“,  emprestando sua voz à personagem Dora, mãe da protagonista, uma menina de 8 anos, que usa a imaginação para lidar com os desafios do dia a dia ao lado do cachorro Balú e do amigo Tim.

A série baiana é produzida pela Lanterninha Produções, com co-produção da Movioca ContentHouse. Em exibição no Canal Futura, TV Rá Tim Bum e Globoplay, o desenho retrata o processo de crescimento das crianças, abordando os ritos de passagem e a dificuldade em lidar com novas responsabilidades.

“É incrível trabalhar para o público infantil. E mesmo no papel de mãe, é voltar a ser criança um pouco. Ao mesmo tempo, sinto como se fosse uma vitória. É ter um produto que minha filha pode me assistir e me reconhecer e se reconhecer”, comemora.

Aos 43 anos, a artista, jornalista e escritora Maíra Cristina Dias Azevedo desponta em uma carreira promissora na TV e no streaming. Conhecida como Tia Má, ela soma mais de um milhão de seguidores em suas redes sociais. Somente em 2023, a artista participou de sete produções audiovisuais.

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Além de “Aventuras de Amí”, Maíra compôs o elenco de “Humor Negro” e fez uma participação especial em “Dra Darci”, ambos humorísticos do Multishow; ela viveu a Carol, em “Rensga Hits!”, da Globoplay, na segunda e terceira temporada; interpretou Trombeta, mãe de Mia, a protagonista de “O Dia em que a Minha Vida Mudou”, do Gloob; e atuou em “Toda Família Tem”, da Prime Video, como Deise.

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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