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Primeira-dama de MT recebe título de ‘mãe dos migrantes’ em visita à Pastoral do Migrante em Cuiabá

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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, visitou, nesta quinta-feira (08.02), a Pastoral do Migrante, sob a gestão do padre Mauro Verzeltti, para a entrega oficial de R$ 1,3 milhão e um veículo novo à entidade.

Ela foi acompanhada dos secretários de Estado de Assistência Social e Cidadania, Grasielle Bugalho; de Segurança Pública, coronel Cesar Roveri; do secretário-adjunto de Direitos Humanos da Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp), Kennedy Dias, e do deputado estadual Max Russi.

O recurso destinado para a Pastoral do Migrante é oriundo da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), por meio da Secretaria Adjunta de Direitos Humanos, para a formalização do Termo de Colaboração com a entidade sem fins lucrativos, com o objetivo de implementar ações para apoiar refugiados e migrantes. Já o carro foi adquirido com emenda parlamentar na ordem de R$ 119,4 mil.
Padre Mauro Verzeltti disse que primeira-dama tem ajudado e cuidado dos mais necessitados

Padre Mauro destacou a atenção da primeira-dama Virginia Mendes com a Pastoral e a reconheceu como ‘mãe dos migrantes’.

“A partir de hoje a senhora vai ser considerada a mãe dos migrantes, não madrinha, mas mãe, porque mãe tem um significado muito profundo. A mãe é aquela que cuida, que sabe das necessidades, que olha, acompanha e que está em todos os momentos da vida das pessoas”, declarou.

Virginia Mendes agradeceu o reconhecimento. “Agradeço pela confiança, podem contar comigo que vou me esforçar para ser uma boa mãe, já que o senhor me deu essa missão. Esse recurso é uma demonstração de respeito e carinho que o Governo tem pelas pessoas. Eu sei, padre, que o senhor vai fazer um excelente trabalho com sua equipe e nós estamos aqui para ajudar”, afirmou.
Primeira-dama Virginia Mendes ressaltou a importância do trabalho em parceria para ajudar o próximo

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A primeira-dama ainda agradeceu o apoio e ressaltou o importante trabalho da entidade para apoiar os migrantes.

“Agradeço ao coronel Roveri pela parceria, à secretária Grasielle pelo brilhante trabalho no social, ao secretário adjunto de Direitos Humanos Kennedy, nosso parceiro do social, e ao deputado Max Russi pelo recurso para aquisição desse veículo. Aqui nós vemos a demonstração de amor por meio das parcerias. Não importa o credo religioso, a raça, ser brasileiro ou estrangeiro. A gente tem que amar as pessoas, e nós temos esse sentimento neste lugar. Temos que amar as pessoas como Jesus nos ensinou”, pontuou.

O deputado Max Russi ressaltou a necessidade de olhar para o próximo e citou a primeira-dama como uma inspiração.

“A nossa primeira-dama Virginia Mendes é extraordinária. É uma primeira-dama preocupada com os índios, com as crianças, com os idosos, com os migrantes, com os autistas, ou seja, ela está presente em várias causas e ações fazendo muito além da sua obrigação, porque tem um coração gigante e é um ser humano diferenciado”, disse.

Além das famílias que moram na Casa do Migrante, mais de 80 crianças são atendidas em um centro educacional infantil em período integral mantido pela entidade e mais de 100 migrantes de forma rotativa, com cestas de alimentos, atendimento médico e regularização de documentos.
Veículo foi entregue à Pastoral do Migrante

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A secretária Grasielle Bugalho também destacou a atuação da primeira-dama do Estado voltada aos migrantes, a partir da experiência que ela teve enquanto primeira-dama de Cuiabá.

“Ela tem esse olhar completo, foi primeira-dama de município e sabe que as pessoas precisam desse acolhimento quando chegam na cidade, e a Pastoral sempre fez esse trabalho. Esse recurso vai servir para a manutenção com a contratação de profissionais para atendimentos especializados, a exemplo de tradutor juramentado, conforme orientação da Polícia Federal, na alimentação e em toda parte estrutural”, afirmou.

Recentemente, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) concluiu a reforma de quatro salas da Casa do Migrante, instalou energia solar e a rede elétrica do prédio, por meio da Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae), em parceria com a Setasc.

“Para nós é uma honra poder contribuir com as ações mobilizadas pela primeira-dama Virginia Mendes. As salas construídas melhoraram a estrutura do espaço, a energia solar vai ajudar a diminuir o custo da energia, e, com essa economia, a entidade terá mais condições de desenvolver as atividades diárias, completou o secretário Cesar Roveri.

Fonte: Governo MT – MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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