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Autor de extorsão e sequestro no RJ é preso pela Polícia Civil em Cuiabá

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Um foragido da justiça do Rio de Janeiro foi preso nesta terça-feira (06.02), pela Gerência de Combate ao Crime Organizado, no bairro Pedra 90, na capital.

A equipe da GCCO localizou o foragido em sua residência pós monitoramento e identificação de J.V.S.C., de 27 anos. Ele teve a prisão preventiva decretada em janeiro deste ano, pelos crimes de extorsão mediante sequestro e associação criminosa pela 1a Vara Criminal da Comarca de Itaboraí, na região metropolitana da capital fluminense.

O crime ocorreu em novembro do ano passado, quando duas vítimas foram sequestradas enquanto iam para o trabalho. O veículo das vítimas foi abordado por quatro homens armados com fuzis que estavam em um modelo SUV Volvo. As vítimas ficarão sob a ameaça dos criminosos enquanto eram obrigadas a ligar para familiares e pedir o valor de R$30 mil para que fossem libertadas.

As investigações da Polícia Civil fluminense identificaram os quatro criminosos, sendo dois presos pela Delegacia Antissequestro no Rio de Janeiro. Os outros dois, a polícia apurou que tinham residência em Cuiabá, um deles localizado e preso na capital de Mato Grosso.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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