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Após relacionamento abusivo, ex-Gang do Samba volta à sambar: ‘Arrependida’

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Rosiane Pinheiro celebra a volta ao Carnaval após 20 anos longe dos desfiles como musa da Vai-Vai em São Paulo. Com fotos divulgadas com exclusividade à Quem, a ex-Gang do Samba confessa arrependimento por ter se afastado das escolas de samba e abre o coração sobre o que levou a dançarina, atriz e repórter a deixar a avenida por tanto tempo.

Apaixonada pelo Carnaval e pelo samba, ela chegou a ser rainha de agremiações do Rio de Janeiro e de São Paulo há mais de duas décadas. “Na época, eu estava na banda e me disseram: ‘ou você fica nas suas escolas ou na banda’ e eu lá atrás escolhi a banda e me arrependo muito, nunca deveria ter saído das escolas de samba”, explica.

A dançarina fez parte do grupo de 1997 a 2004. Anos depois, no começo de 2018, foi convidada para voltar a Gang do Samba e permaneceu na banda até junho de 2022. Além do conflito com a agenda do grupo musical, Rosiane ainda lidou com um grande trauma na vida pessoal. Um casamento marcado por uma relação abusiva, que chegou ao fim em 2015, é definido pela artista como “livramento de Deus”.

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“Após todo esse processo com a banda, também passei por um relacionamento muito abusivo, no qual a pessoa controlava até as minhas roupas, meu dinheiro, minha casa, meu carro! Onde ele acabou me roubando e me deixando no fundo do poço! Por isso me afastei da mídia e de tudo que eu amo, entrei em depressão e fiquei muito acima do peso“, desabafa.

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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