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Jaquelline Grohalski investe 200 mil em carnaval e revela: ‘Não aguenta desaforo’

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Jaquelline Grohalski está com uma rotina pra lá de intensa para se preparar para desfilar em duas escolas de samba no Carnaval. Em São Paulo, a influencer é musa da Barroca Zona Sul, do grupo especial, e da Vila Maria, que está no grupo de acesso. A beldade posou para Quem com um look de R$ 60 mil com penas sintéticas e materiais reciclados.

“A preparação está bem corrida. Tenho poucos dias para me preparar. Estou tentado fazer academia no mínimo três vezes na semana e agora começo as aulas de samba. Terei muito trabalho pela frente”, detalha ela, que passou três meses confinada no reality show A Fazenda, pelo qual se consagrou campeã.

“Comecei na Vila Maria, eles me acolheram e sempre me deram muito carinho. Amo minha comunidade e onde a Vila estiver, estarei. É muito amor envolvido”, explica sobre a decisão de desfilar no grupo de acesso do Carnaval paulista. “A dieta está tranquila porque não preciso perder peso neste ano, só manter mesmo. Só vou fazer massagem mesmo, que sempre gosto de fazer”, adianta. “Neste ano, as fantasias serão menores (risos). No ano anterior, fui muito coberta. Agora vou mostrar mais um pouco”, garante.

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A milionária está investindo cerca de R$ 200 mil para ter toda a estrutura necessária para fazer bonito nos desfiles. “Neste ano, estou com uma equipe trabalhando mensalmente para mim tanto no Carnaval quanto em outros projetos. Estamos investindo 200 mil reais”, detalha ela, que investe o prêmio que ganhou no reality show com segurança.

Jaquelline Grohalski — Foto: Anderson Macedo/Divulgação

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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