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Projeto “Amubutech” de mobilidade urbana de Rondonópolis chega à etapa final da Febrace na USP

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Um dos vencedores do Programa Acelerador de Projetos Inovadores de Rondonópolis (PAPIRO), “Amubutech” vai participar da etapa final da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace) de 2024, que ocorrerá na renomada Universidade de São Paulo (USP), entre os dias 18 e 22 de março. O projeto, também vencedor, da 5ª Feira de Ciência, Tecnologia e Inovação (FECITI) realizada nos dias 5 e 6 de dezembro de 2023, na Feira da Vila Aurora em Rondonópolis, tem como propósito principal revolucionar a mobilidade urbana.

Idealizado para solucionar desafios enfrentados no trânsito da cidade, o “Amubutech” foca na automatização de semáforos, os quais se reprogramam automaticamente para permitir a passagem segura de ambulâncias e veículos de resgate. Essa inovação visa otimizar o tempo de resposta em situações de emergência, garantindo uma circulação mais eficiente e segura nas vias urbanas.

O projeto está sendo desenvolvido de forma colaborativa pelos alunos e professores da Escola Técnica Estadual de Rondonópolis (ETE), consolidando a importância da educação técnica no fomento à inovação e tecnologia na região. Os estudantes responsáveis pelo desenvolvimento do protótipo são João Victor Gonzales dos Santos, Yuri Lázaro Ferreira Gonçalves e Caio Alexandre Queiroz Carvalho.

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A participação na Febrace representa um marco significativo para a comunidade acadêmica de Rondonópolis, destacando o potencial de inovação local. A expectativa é de que o projeto não apenas conquiste reconhecimento na feira nacional, mas também possa servir como inspiração para futuras iniciativas no âmbito da ciência e tecnologia na região.

Os estudantes, animados com a oportunidade de apresentar o “Amubutech” na sede da USP em São Paulo, acreditam que a experiência proporcionará aprendizado e visibilidade para o projeto. A Febrace, como uma das principais feiras científicas do país, oferece uma plataforma única para a troca de conhecimentos e experiências, conectando jovens talentos com profissionais e pesquisadores de diversas áreas.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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