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Polícia Civil participa de encontro promovido pela Comissão de Meio Ambiente da OAB-MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso, representada pela delegada designada para atuar na Força-Tarefa Ambiental do Gaeco, Alessandra Saturnino, participou do encontro promovido pela Comissão de Meio Ambiente da Ordem dos Advogados (OAB-MT), para debater assuntos de relevância na seara ambiental.

Várias autoridades participaram da reunião que ocorreu na quarta-feira (13.12), no Hotel Belmonte, em Cuiabá, onde foram discutidas pautas direcionadas a advocacia ambiental, a conciliação ambiental, entre outras situações de atuação da Polícia Civil e Ministério Público Estadual.

Direcionado aos profissionais juristas que trabalham na área ambiental, o encontro tratou também sobre a metodologia de trabalho na conciliação, procedimentos adotados, prazos, além de esclarecimentos de dúvidas com relação as questões de entendimentos jurídicos, sobre temas práticos desenvolvidos pela Força-Tarefa Ambiental do Gaeco.

Durante a reunião a delegada Alessandra Saturnino, explicou que a Polícia Civil, além das ações de repressão qualificada de enfrentamento as organizações criminosas, também atua em situações que permitem práticas de Justiça Restaurativa. A participação no Mutirão da Conciliação Ambiental só reforça esse alinhamento, cujos ajustes são necessários para as próximas edições. A participação da OAB é essencial, dentro de um sistema de justiça e segurança pública que respeite as prerrogativas de todos os atores envolvidos.

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“A proposta da conciliação ambiental, é oferecer a oportunidade ao infrator que incorreu no delito, e que não possui perfil de fazer do seu empreendimento criminoso como meio de vida, mas que eventualmente cometeu o delito, e quer regularizar sua propriedade e reparar o dano. Diante dessa postura, existe a conciliação nas três esferas: cível, criminal e administrativa”, destacou a delegada.

Também estiveram presentes no encontro, o presidente da União Brasileira da Advocacia Ambiental, Alexandre Burmann, e o advogado Bruno Campos; a presidente da Comissão de Meio Ambiente da OAB-MT, Tatiane Monteiro; o promotor de Justiça Marcelo Vacchiano; e o coordenador da Ambientalize, Rafael Matthes.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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