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Adriane Galisteu revela que foi ignorada em série sobre Senna: ‘Não sei o que virá’

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Adriane Galisteu, 50 anos de idade, aguarda com curiosidade o resultado da série Senna. Com seis episódios, a trama tem estreia prevista 2024, ano em que a morte do piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna (1959-1994) completa 30 anos, no streaming.

A trama terá Gabriel Leonecomo Ayrton Senna, enquanto Galisteu, última namorada do piloto, será interpretada pela atriz Júlia Foti. Em conversa com a Revista Quem, a apresentadora afirmou que soube da produção da Netflix por meio do noticiário. Em nenhum momento, foi contatada pela equipe.

“Sei que a Netflix está fazendo a série, mas nunca fui comunicada. Nenhum contato. Não sei que história eles vão contar, nem o tipo de Galisteu que vamos assistir”, afirmou ela, que namorou com Senna entre 1993 e 1994. Além de Julia Foti e Gabriel Leone, os atores Hugo Bonemer, Pâmela Tomé e Alice Wegmann estão confirmados no elenco.

Embora a série ainda não tenha sido lançada, a apresentadora avalia que Senna talvez tenha um status de biografia não-autorizada. “Acho que será como uma biografia não-autorizada. Pode existir, mas acaba entrando um pouco no lugar da ficção”, diz.

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Ao tocar no tema, ela compara com O Rei da TV, série sobre a vida de Silvio Santos lançada pela StarPlus. “Assisti à série O Rei da TV“, sobre o Silvio Santos. Definitivamente, não parece o Silvio. Eu convivi por anos com um Silvio Santos muito diferente daquele que eu vi retratado lá. O Silvio Santos com quem eu convivi e que foi meu patrão era muito diferente daquele da série.”

De acordo com Galisteu, a trama deve ser encarada como diversão. “É entretenimento. As pessoas que assistem a filmes, novelas e seriados sabem que estão assistindo a tramas que, não necessariamente, retratam a realidade. Se fosse para retratar a realidade, talvez eu tivesse sido chamada para conversar, contar minha história. Não sei o que virá e está tudo tudo bem.”

Ayrton Senna e Adriane Galisteu foram namorados entre 1993 e 1994 — Foto: Reprodução/Instagram

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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