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Policiais civis prendem em flagrante homem que furtou postes de iluminação em empresa

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Policiais plantonistas da Delegacia de Colniza prenderam em flagrante nesta terça-feira (05.12) o autor de um furto a uma empresa que está prestando serviços na cidade. Com o suspeito foi localizado um caminhão do tipo munck usado para transportar dez postes de iluminação que foram furtados do canteiro da empresa.

O supervisor da empresa procurou a Polícia Civil e informou que na tarde de segunda-feira avistou um caminhão branco carregando alguns postes na rua próxima à empresa. Diante da suspeita de que os postes fossem da empresa, ele buscou mais informações e encontrou os postes em um terreno e pela identificação verificou que se tratavam dos objetos furtados e procurou a delegacia.

Uma equipe de investigadores foi ao local onde estavam os postes e checaram que as plaquetas de identificação foram removidas. Após diligências, os policiais civis localizaram W.P.L., de 27 anos, em uma casa próxima, onde também estava o caminhão munkc de cor branca.

Detido em flagrante, o suspeito foi encaminhado à Delegacia de Colniza e autuado pelo crime de furto qualificado.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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