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Polícia Civil prende quatro envolvidos em homicídio de jovem e procura pelo quinto criminoso 

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A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa de Rondonópolis esclareceu um homicídio ocorrido na cidade e prendeu quatro pessoas ligadas ao crime. Um quinto autor é procurado pela polícia.

As prisões dos quatro envolvidos foram realizadas entre a última sexta-feira e esta quarta-feira (29), em uma operação da delegacia especializada.

O crime ocorreu em 27 de setembro deste ano, na região do centro de eventos Rio Vermelho, no Jardim Ipanema. Guanai Santos Oliveira, de 23 anos, foi espancado e torturado por integrantes de uma facção criminosa.

Conforme a investigação da DHPP, a vítima foi morta em decorrência de um “salve” ordenado pela organização criminosa porque, supostamente, estava praticando diversos furtos na região da Vila Nova Canaã, especialmente em um estabelecimento comercial de um dos investigados.

Durante a operação para prisão dos envolvidos no crime, a equipe policial apreendeu arma de fogo, entorpecentes, apetrechos usados no tráfico e diversas anotações da organização criminosa.

O quinto envolvido, Wictor Douglas Pinheiro de Souza, está com a prisão decretada. Informações que possam levar ao paradeiro do foragido podem ser enviadas à DHPP: (66) 98156-0028 ou ao dique denúncia da Polícia Civil, no 197.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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