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Maior de MT, Rondonópolis exporta mais de U$ 2,3 bilhões em 9 meses

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Maior exportador de Mato Grosso, Rondonópolis chega a setembro somando U$ 2.301,61 bilhões em exportações neste ano. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e trazem o balanço de comércio exterior entre os meses de janeiro e setembro de 2023.

Com esse montante, as exportações da cidade representaram 9,8% de tudo que foi exportado pelo estado no período. O balanço aponta que, mesmo com queda de 2,3% nas exportações deste ano em relação ao mesmo período de 2022, o valor representa 0,9% do total das exportações brasileiras no período. Índice que coloca a cidade como a 16ª maior exportadora do país.

As importações também tiveram redução neste ano em comparação com o mesmo período de 2022. Entretanto, mesmo com queda de 58,7% com relação ao ano passado, Rondonópolis importou um total de U$ 845,4 milhões, volume que mantém a cidade como a que mais importa em Mato Grosso e a 46ª no Brasil. O montante importado representou 36% das importações do estado e 0,5% da brasileira.

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Com as exportações somando U$ 2.301,61 bilhões e as importações U$ 845,4 milhões, o Município registrou, entre janeiro e setembro, um superávit de U$ 1.456,21 bilhão.

Os dados do governo federal mostram ainda que somente no mês de setembro, o total exportado por Rondonópolis foi de U$ 226 milhões, enquanto o importado chegou a U$ 116 milhões. Tanto as exportações como as importações caíram 9,1% e 59,9%, respectivamente, em setembro deste ano em relação ao mesmo mês de 2022.

No período, a maior parte das exportações da cidade foram de torta e resíduos da extração do óleo de soja. As exportações do produto tiveram aumento de 2,5%, e representaram 51% do total das exportações no período, somando U$ 1,18 bilhão.

A soja, segundo produto mais exportado por Rondonópolis, representou 30% do total exportado, mesmo com redução de 2,4% em comparação com o mesmo período do ano passado, chegando a U$ 698 milhões.

Outros produtos com destaque nas exportações locais, o milho representou 6,5% do total exportado, com U$ 150 milhões, e a carne bovina, 4,1%, com U$ 94,2 milhões.

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Já entre os produtos importados, os fertilizantes representaram a maioria das importações. Os adubos potássicos, os compostos e os azotados representam a maior parte das importações no período, com 47%, 23% e 16%, respectivamente.

A Ásia foi o principal destino das exportações de Rondonópolis entre janeiro e setembro deste ano. Para a China foram exportados U$ 743 milhões, valor 10,7% maior que no mesmo período de 2022. As exportações para o país representaram 32,3% do total exportado pela cidade.

Ainda entre os principais compradores, Tailândia e Indonésia, receberam 22,4% e 13%, respectivamente, das exportações locais. Para a Tailândia foram exportados U$ 514 milhões e para a Indonésia, U$ 300 milhões.

As importações do período vieram principalmente do Canadá e da Rússia. Do país norte-americano, foram importados U$ 179 milhões, enquanto da Rússia, as importações somaram U$ 174 milhões.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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