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Boiada de confinamento precoce surpreende em São Paulo

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Um lote de bois confinados precoces chamou a atenção esta semana ao alcançar um peso surpreendente de quase 23 arrobas no momento do abate, na região de São Paulo. Esse feito excepcional ganhou destaque em um quadro tradicional que avalia a qualidade dos bovinos destinados ao abate em todo o país.

A impressionante marca foi alcançada graças ao trabalho da Santa Otília Agro Pecuária, que é a controladora da Fazenda Cristal, localizada no município de Campos Novos Paulista, no estado de São Paulo. O gado em questão, que se destacou nesse cenário, foi apresentado por Wlademir Batista de Oliveira, um cientista contábil e originador da unidade da Friboi em Lins (SP).

O abate envolveu bovinos com idades que variavam de zero a quatro anos, todos criados em regime de confinamento. O que mais surpreendeu foi o peso médio por carcaça, que alcançou impressionantes 22,7 arrobas, equivalentes a 341 quilos. Essa conquista representa um marco significativo na produção de bovinos, demonstrando a excelência na criação e no manejo desses animais.

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Esse resultado ressalta a importância do investimento em técnicas avançadas de produção e manejo, que possibilitam a obtenção de bovinos de alta qualidade e com um ganho expressivo de peso. Além disso, destaca a competência e a dedicação dos profissionais envolvidos na cadeia de produção de carne bovina no Brasil.

O setor da pecuária no país continua evoluindo, buscando constantemente novas maneiras de melhorar a produção e atender às crescentes demandas do mercado interno e externo por carne de qualidade. Os resultados obtidos pela Santa Otília Agro Pecuária representam um exemplo para produtores e criadores, evidenciando o potencial do Brasil na produção de carne bovina de excelência.

Essa conquista destaca a importância do setor pecuário para a economia brasileira, que continua a se consolidar como um dos principais atores na produção mundial de carne bovina. Com a busca contínua por inovação e eficiência, a pecuária brasileira continua a trilhar um caminho de sucesso e excelência na produção de carne de qualidade.

Os resultados obtidos pela Santa Otília Agro Pecuária são uma prova do compromisso do Brasil em atender aos mais altos padrões de qualidade e excelência na produção de carne bovina, consolidando ainda mais a posição do país como um líder global no setor.

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Fonte: Pensar Agro

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Mato Grosso exporta US$ 2,1 bilhões em setembro para 115 países

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Reprodução Secom/MT

Mato Grosso exportou US$ 2,1 bilhões em setembro e encerrou o mês como o 6º maior exportador do Brasil, responsável por 6% das vendas brasileiras ao exterior. Os produtos mato-grossenses chegaram a 115 países, com o milho liderando os embarques. Como as importações somaram US$ 233 milhões, o Estado registrou um saldo positivo de aproximadamente US$ 1,9 bilhão na balança comercial.

Os números integram o boletim de comércio exterior elaborado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT), por meio do DataHub MT, com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

O desempenho acumulado está acima do registrado no ano passado. Entre janeiro e setembro, Mato Grosso vendeu US$ 26,5 bilhões ao mercado internacional, crescimento de 16,9% em relação ao mesmo período de 2025. O resultado representa US$ 3,8 bilhões a mais em exportações.

Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, a força exportadora de Mato Grosso deve ser acompanhada pela ampliação do processamento da produção dentro do Estado.

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“Mato Grosso é um grande exportador e tem um papel importante no abastecimento de mercados internacionais. O Governo tem atuado fortemente para que essa capacidade também se traduza em mais agroindustrialização. Queremos ampliar a transformação da nossa produção aqui, agregar valor ao que vendemos e gerar mais empregos e renda para os mato-grossenses. Além de produzir e exportar commodities, precisamos aproveitar cada vez mais as oportunidades que a indústria oferece”, afirma.

Em setembro, o milho respondeu por US$ 641,1 milhões, equivalentes a 30,3% das exportações estaduais. Na sequência aparecem a soja, com US$ 354 milhões, e a carne bovina congelada, com US$ 257,5 milhões. Farelo e resíduos da extração do óleo de soja somaram US$ 249,3 milhões, enquanto o algodão alcançou US$ 163,3 milhões.

A China foi o principal destino dos produtos mato-grossenses, com compras de US$ 342,3 milhões, ou 16,2% do total. Países Baixos, Egito, Irã e Espanha completaram a lista dos cinco maiores compradores no mês.

Na comparação com agosto, o valor exportado caiu 12,6%. Frente a setembro de 2025, a redução foi de 6,2%. O volume embarcado totalizou 4,75 milhões de toneladas, queda de 23,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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Do lado das importações, os fertilizantes nitrogenados, potássicos e fosfatados concentraram 54,5% dos US$ 233 milhões gastos pelo Estado em setembro. Defensivos e reguladores para plantas representaram outros 22,7%, mostrando o peso dos insumos agrícolas nas compras internacionais.

No acumulado dos nove primeiros meses de 2026, as importações chegaram a US$ 2 bilhões. Com isso, a diferença entre as vendas e as compras externas de Mato Grosso ficou positiva em US$ 24,5 bilhões, avanço de 17,9% sobre o mesmo período de 2025.

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