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Canção de Sandy que fez sucesso, foi feita durante crise com Lucas: ‘Me Espera’

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“Eu ainda estou aqui; perdido em mil versões irreais de mim. Estou aqui por trás de todo o caos em que a vida se fez… Tenta me reconhecer no temporal; me espera Tenta não se acostumar, eu volto já; me espera”

A letra da música Me Espera, escrita por Sandy e Lucas Lima, e cantada por ela e Tiago Iorc (que ajudou na versão final), não foi apenas um momento de inspiração do casal. Mas, o reflexo de um momento difícil que viviam no casamento na ocasião – entre o final de 2015 e início de 2016.

Com o filho, Theo, ainda pequeno (o menino nasceu em junho de 2014), e a agenda profissional agitada, Sandy e Lucas tinham pouco tempo para passar juntos e acabaram se distanciando.

“Não é um relacionamento fácil, não é uma alegria o tempo inteiro, mas a gente consegue reconhecer que vale a pena e consegue lutar pelo relacionamento mesmo quando um e outro não está se encontrando direito”, contou Lucas em participação com Sandy no programa Vai, Fernandinha, em 2019.

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“Quando ela estava fazendo o disco Meu Canto, que a gente escreveu a música Me Espera, era uma época que eu estava trabalhando muito, ela também, a gente estava com o Theozinho quase recém-nascido. Estava muito corrido”, contou ele. “O refrão dizia ‘tenta me reconhecer no temporal, me espera’. Tenta não se acostumar com a minha ausência, eu volto já. Era muito isso”, disse ele. “Era um ‘me espera voltar’, no sentido figurado”, completou Sandy na entrevista.

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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