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Bugga lança “Pega Pega”, primeira faixa do EP “Desapego”

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O relacionamento contemporâneo é a temática que guia a música “Pega Pega”, do Bugga, que acaba de ser lançada nas plataformas digitais. Primeira faixa a integrar o EP “Desapego”, que marca o despontar do cantor e compositor no universo musical, ela foi pensada de forma a promover uma atmosfera de alegria e leveza, trazendo intensidade às emoções mais ingênuas do público. “Foi uma música que definiu boa parte da minha identidade musical. Passei muito tempo em busca do que eu gostaria de fazer, o que me atraia e o que eu esperava para o meu estilo musical. ‘Pega Pega’ veio de forma a retratar o momento que eu mesmo estava vivendo”, conta Bugga.

Na letra, o artista conta a história de um casal se envolve apenas fisicamente de forma a satisfazer o desejo, deixando de lado qualquer tipo de consideração ou sentimento mais profundo. “Esse tipo de relação acontece de forma mais descontraída, mas não causa menos experiência pessoal ou de vida”, reflete o cantor. “Além disso, a música também traz uma crítica em relação ao que as pessoas pensam sobre isso. Para muitos, o correto é ter um relacionamento sério, um sentimento correspondido… Essa ideia é desconstruída na música”, adianta.

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Abordando os mais diversos assuntos que envolvem a transição da adolescência para a vida adulta, Bugga segue em busca de envolver seu público e abre o leque de interpretações e possibilidades nas composições. Em seu estilo, pop, trap br, R&B e reggaeton trazem melodia às letras. Ao todo, quatro faixas compõem o EP “Desapego”, que será lançado na íntegra ainda em 2023.

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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