CUIABÁ

MATO GROSSO

Mais de mil consumidores são contemplados no sorteio do Nota MT; confira o resultado

Publicados

MATO GROSSO

A Secretaria da Fazenda (Sefaz) realizou, nesta quinta-feira (14.09), o 64º sorteio do Nota MT que distribuiu R$ 900 mil em prêmios aos consumidores cadastrados no programa, que concorreram com mais de 440 mil bilhetes. Gildemar Lira Nazario, de Rondonópolis, e Sandra Mara Lorenço de Oliveira, de Lucas do Rio Verde, foram os ganhadores dos prêmios de R$ 100 mil, maior valor sorteado pelo programa.

Entre os premiados com R$ 50 mil está Daniela Maldonado da Silva, de Cuiabá; Paulo Cesar da Silva Oliveira, de Nova Bandeirantes, e Sabrina Bourscheid Sassi, de Sorriso. Já os valores de R$ 10 mil serão pagos para Antonio Defacio Ferreira, de Rio Branco; Dilcineia Mendes de Campos, de Arenápolis; Janete Caldeira Fonseca, de Sinop; Quezia Vanessa Bernadi, de Peixoto de Azevedo; e Rodrigo Cirilo Almeida, de Cuiabá.

Além desses valores, o Nota MT sorteio mil prêmios de R$ 500. Nesse 64º sorteio, 996 cidadãos foram contemplados com o valor, sendo que quatro deles foram premiados duas vezes, com bilhetes diferentes, e receberão R$ 1.000.

O resultado do sorteio pode ser consultado no site ou aplicativo do Nota MT. Os ganhadores receberão mensagem automática pelo sistema e e-mail sobre a premiação, após a homologação do sorteio realizada pela Controladoria Geral do Estado e publicação do resultado no Diário Oficial.

Além dos sorteados, também serão contempladas as entidades sociais por eles indicadas. Pelo sorteio, cada instituição recebe o valor equivalente a 20% do prêmio do cidadão sorteado que a tiver indicado.

O superintendente de Gerenciamento de Projetos da Sefaz, Gilson Pregely, ressaltou durante o sorteio a importância desse papel social do programa Nota MT.

Leia Também:  Carteira do artesão abre oportunidades de negócios para empreendedores de MT

“O Nota MT é um programa de cidadania fiscal que também tem um lado social. Por meio do programa, o Governo repassa 20% das premiações para as entidades sociais e isso traz um retorno para a sociedade em geral, principalmente para as pessoas assistidas pelas instituições”, afirmou.

As instituições escolhidas pelos ganhadores dos prêmios de R$ 100 mil foram a Associação de Amigos da Criança com Câncer De Mato Grosso (AACC), de Cuiabá, e a APAE de Lucas do Rio Verde. Ao todo, 155 entidades foram escolhidas e juntas vão receber R$ 180 mil.

O próximo sorteio do Nota MT está previsto para o dia 27 de outubro de 2023. Nele vão concorrer os consumidores que já estão cadastrados ou se cadastrarem até o final deste mês de setembro. Além do cadastro, o cidadão deve pedir o CPF na nota em compras realizadas no comércio mato-grossense.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Leis aprovadas pela ALMT reforçam combate ao cigarro e alertam sobre riscos do vape à saúde

Publicados

em

O Dia Mundial sem Tabaco, lembrado em 31 de maio, reforça a importância da conscientização sobre os danos causados pelo cigarro convencional e pelos dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como vapes, pods ou cigarros eletrônicos. Em Mato Grosso, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) possui legislações voltadas à proteção da saúde pública e ao combate ao tabagismo, além de promover ações de cuidado e prevenção por meio do QualiVida – Programa de Saúde e Qualidade de Vida da ALMT.

Entre as legislações em vigor está a Lei nº 9.256/2009 , que proíbe o consumo de cigarros, charutos, cachimbos e outros produtos fumígenos em ambientes coletivos públicos e privados fechados no estado. A norma também determina a criação de ambientes livres de fumaça e prevê medidas de fiscalização e orientação.

Mais recentemente, a Assembleia aprovou a Lei nº 12.302/2023 , de autoria da deputada estadual Sheila Klener (PSDB), que ampliou as restrições aos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs), proibindo o uso de cigarros eletrônicos em ambientes coletivos. A legislação inclui produtos conhecidos como e-cigarettes, vapes e pods, utilizados como alternativa ao cigarro convencional ou apresentados como tratamento para o tabagismo.

Para o pneumologista João Paulo Jajah Nogueira, que atua no QualiVida da ALMT, além do tratamento, as políticas públicas e a informação de qualidade são fundamentais no combate ao tabagismo.

“As leis que restringem o uso do cigarro e dos dispositivos eletrônicos ajudam a proteger a população, reduzem a exposição passiva à fumaça e contribuem para evitar que o hábito de fumar seja normalizado entre adolescentes e jovens”, destacou.

O médico alerta que o tabagismo continua sendo uma das principais causas evitáveis de doenças e mortes no mundo.

“O cigarro contém milhares de substâncias tóxicas, muitas delas cancerígenas. A nicotina provoca dependência intensa, enquanto outras substâncias causam inflamações, lesões pulmonares e doenças cardiovasculares”, explicou.

Leia Também:  Batalhão Ambiental prende homem com arma de fogo e 35 munições em Cuiabá

Segundo o especialista, entre as doenças mais associadas ao tabagismo estão câncer de pulmão, bronquite crônica, enfisema pulmonar, infarto, AVC e hipertensão arterial. Ele também destacou os prejuízos causados pelo tabagismo passivo.

“Pessoas que convivem diariamente com fumantes também adoecem. Crianças, idosos e gestantes estão entre os mais vulneráveis aos efeitos da fumaça”, afirmou.

O pneumologista chama atenção ainda para o crescimento do uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes e jovens adultos. Apesar de muitas vezes serem divulgados como menos prejudiciais, os dispositivos eletrônicos apresentam riscos graves à saúde.

“Muitos jovens acreditam que estão inalando apenas vapor de água, mas esses dispositivos possuem nicotina, metais pesados e substâncias químicas capazes de causar inflamação pulmonar importante e dependência química”, alertou João Paulo.

Entre os principais problemas associados ao uso de vape estão tosse persistente, falta de ar, irritação das vias respiratórias, agravamento da asma, bronquite e até lesões pulmonares graves, conhecidas internacionalmente como EVALI (Lesão Pulmonar Associada ao Uso de Cigarro Eletrônico ou Vape).

Na prática clínica, segundo o médico, também é comum o chamado “uso dual”, quando a pessoa utiliza simultaneamente o cigarro convencional e o eletrônico, aumentando ainda mais os danos à saúde.

João Paulo ressalta que não existe forma segura de fumar e destaca que parar de fumar é uma das decisões mais importantes para a qualidade de vida e prevenção de doenças.

“O tratamento da dependência da nicotina muitas vezes exige acompanhamento médico e psicológico. O mais importante é buscar ajuda e entender que recaídas podem acontecer durante o processo”, orientou.

A experiência de quem conseguiu abandonar o vício reforça os benefícios dessa decisão. O técnico em mecânica industrial e refrigeração comercial, Roberto Tsuzuki Müller, de 55 anos, fumou dos 18 aos 48 anos e está há sete anos sem fumar. Ele conta que a decisão de abandonar o cigarro foi motivada por uma série de acontecimentos familiares e pela percepção dos impactos do tabagismo em sua rotina.

Leia Também:  Comarca de Cáceres promove ato de ativismo pelo fim da violência contra a mulher

“Uma sequência de mortes e casos de câncer entre familiares me fez refletir. Minha esposa também fumava e parou após perder o pai para a doença. Eu comecei a me sentir mal por causa do cheiro do cigarro e percebi que precisava mudar. Usei adesivos de nicotina, mas, acima de tudo, é preciso ter decisão. Para largar o cigarro, a pessoa precisa realmente querer. Precisa ser de opinião”, relatou.

Embora praticasse atividades físicas regularmente, como ciclismo e downhill, Roberto conta que não sentia falta de ar nem limitações que o levassem a pensar em abandonar o cigarro. Com o passar do tempo, porém, outros efeitos do tabagismo passaram a incomodá-lo cada vez mais, como o cheiro impregnado nas roupas e a perda do prazer de sentir o sabor dos alimentos.

“O que mais senti quando parei foi o prazer de comer e perceber melhor o sabor dos alimentos. Também me senti mais limpo. O cigarro deixa a pessoa com mau hálito, dentes amarelados e uma sensação constante de sujeira. Além disso, existe o gasto financeiro, que acaba pesando com o tempo”, destacou.

Embora não tenha precisado de acompanhamento psicológico para abandonar o vício, ele considera o suporte profissional importante para muitas pessoas que enfrentam dificuldades durante o processo.

“Eu não precisei de ajuda psicológica, mas considero fundamental para quem está tentando parar. Cada pessoa tem uma experiência diferente e todo apoio pode fazer a diferença”, afirmou.

A mensagem que Roberto deixa para quem ainda fuma ou utiliza dispositivos eletrônicos é direta: “Pare antes que seja tarde. O cigarro convencional, assim como o cigarro eletrônico, é desnecessário e traz graves riscos à saúde”.

 



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA