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Polícia Civil prende em flagrante mais um envolvido em execução de adolescente no interior

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Policiais civis de Lucas do Rio Verde prenderam neste sábado (09.09) mais um responsável pelo assassinato e ocultação de cadáver de uma adolescente que estava desaparecida desde o início da semana, quando foi sequestrada por dois suspeitos de dentro de sua residência.

O corpo de Yasmin Estefânia Alves Ribeiro, de 15 anos, foi localizado enterrado em uma cova, em uma área de mata, próxima ao bairro Tessele Junior.

A perícia da Politec apontou que a vítima foi alvejada com, no mínimo, seis disparos, sendo três na cabeça, e ainda foi decapitada.

O criminoso D.M.D.S.S., de 25 anos, foi preso em flagrante pelo crime, dentro de um barraco no local conhecido como ‘favelinha’, próximo ao Jardim Primavera. No momento em que foi abordado pelos policiais, ele tentou investir contra a equipe, mesmo algemado, na tentativa de fugir.

Sequestro e morte

Yasmin desapareceu na terça-feira, após ser sequestrada de sua residência por dois suspeitos. Desde a data do registro do sequestro, a Delegacia de Lucas do Rio Verde iniciou as diligências e no dia seis de setembro prendeu dois envolvidos, que confessaram a participação no crime.

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Neste sábado, a equipe de plantão da unidade policial recebeu informações de que o terceiro envolvido na ação criminosa estava se escondendo em um barraco, o mesmo local para onde a vítima foi levada após ser sequestrada.

Os policiais civis seguiram em diligência ao local informado e conseguiram prender D.M., que investiu contra a equipe na tentativa de fugir.

Ele também confessou os crimes e relatou que junto com os comparsas, um deles o que forneceu o veículo Gol usada no sequestro, levaram a vítima até o bairro Tessele Júnior. De lá, eles seguiram com a adolescente até a margem da mata, que fica ao lado do bairro, e a entregaram a outros dois criminosos que tinham a missão de executar Yasmin.

O criminoso preso neste sábado indicou aos policiais o ponto onde a vítima foi enterrada. Com auxílio do Corpo de Bombeiros que empregaram um cão farejador, foi localizada a cova com o corpo da vítima.

A perícia técnica da Politec realizou as coletadas necessárias no local e o corpo foi encaminhado para necropsia.

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O criminoso preso foi autuado por ocultação de cadáver, sequestro e homicídio qualificado. As investigações prosseguem para chegar aos outros envolvidos nos crimes.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Imagens Policia Civil

Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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