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Foragido do Estado de Goiás é preso pela Polícia Civil de MT

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Um foragido do Estado de Goiás, foi preso pela Polícia Civil de Mato Grosso, na terça-feira (22.08), no município de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá), em cumprimento de mandado judicial.

O criminoso de 30 anos foi preso pela equipe 1ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças, em apoio à Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de Goiás.

O procurado estava com a prisão preventiva expedida pelo juízo da Vara Criminal da Comarca de Aragarças (GO), por integrar associação criminosa atuante em crimes de roubo a banco.

Após troca de informações entre as duas Polícias Civis, o suspeito foi localizado escondido em um endereço na cidade de Barra do Garças.

Em cumprimento a ordem judicial, o preso foi conduzido para as providências cabíveis e posteriormente colocado à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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