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Polícia Civil cumpre prisão de pai investigado por estupro de vulnerável

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Um pai investigado por estupro de vulnerável, praticado no município de Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá), foi preso pela Polícia Civil, na tarde de quinta-feira (17.08).

O procurado de 47 anos estava com a prisão preventiva decretada pela 2ª Vara Criminal e Cível da Comarca local, bem como foi preso pela equipe da Delegacia Regional de Cáceres.

O mandado foi expedido pela Justiça, no mês de junho de 2021, após investigação da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cáceres, para apurar o crime de violência sexual cometido contra a filha de 4 anos.

Com a ordem de prisão em aberta, os policiais civis da Delegacia Regional localizaram o foragido na zona rural, em um assentamento situado a 65 quilômetros do perímetro urbano.

Ao ser abordado, o suspeito tentou fugir em direção a pastagem, porém acabou sendo detido no cerco policial.

Em seguida ele foi conduzido para as providências cabíveis, interrogado acerca dos fatos, e posteriormente colocado à disposição do Poder Judiciário.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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