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Ação integrada deflagra 4ª Edição da Operação Lei Seca em Barra do Garças

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Foi realizada na noite de sexta-feira (29.04), no município de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá), a 4ª Edição da Operação Lei Seca, deflagrada pela Polícia Civil em parceria com a Polícia Militar, Polícia Penal, 3ª Ciretran e Prefeitura Municipal.

A ação integrada foi realizada na avenida Salomé José Rodrigues, centro da cidade, visando fiscalizar e garantir a segurança no trânsito.

Vários veículos foram abordados durante a barreira policial, e registradas diversas ocorrências como conduzir veículo sob efeito de bebida alcoólica, dirigir sem possuir CNH, dirigir com CNH suspensa, entregar veículo a pessoa não habilitada, além de outras infrações como licenciamento veicular atrasado.

Ao todo foram realizados 68 teste de alcoolemia, sendo 8 condutores presos em flagrante por embriaguez ao volante, 1 suspeito foi detido e autuado em Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por porte de entorpecente, além de 15 automóveis removidos e 14 carteiras nacional de habilitação (CNH) recolhidas. 

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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