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Com 91% de asfalto executado, Rondonópolis caminha para a universalização

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A universalização de serviços públicos como coleta regular de lixo, coleta seletiva, abastecimento de água, iluminação pública e rede de esgoto, além da educação infantil já realizados; a prefeitura agora foca na universalização do asfalto, que hoje, já se encontra na casa dos 91% concluídos e objetiva melhorar substancialmente a mobilidade urbana local.

Segundo dados da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Sinfra), mais 3% já estão em execução e os 6% restantes já se encontram com projetos protocolados junto ao Governo do Estado.

O objetivo da administração municipal é chegar aos 100% de pavimentação até o final da gestão em 2024. Muitos bairros antigos com cerca de 30, 40, 50 anos de criação e que não tinham pavimentação asfáltica, como o Parque Universitário, Oásis e Paineiras, e alguns outros, já foram pavimentados. Todavia, o maior de todos: o residencial Sagrada Família, que existe há mais de 40 anos e que também estava na mesma situação de abandono, foi iniciado e já está com mais da metade asfaltado.

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A prefeitura tem feito investimentos nos distritos industriais em obras de revitalização da infraestrutura e em drenagem e pavimentação que também são fatores que contribuem para uma cidade melhor estruturada e que impulsiona a geração de empregos e renda, bem como na atração de novos empreendimentos.

Por conta de todos estes investimentos, recentemente Rondonópolis também foi avaliada como detentora da melhor infraestrutura e mobilidade urbana entre as cidades mato-grossenses com mais de 100 mil habitantes. E ainda conseguiu destaque nacional, ficando entre as 21 cidades do país que mais investiram em obras, deixando importantes capitais para trás.

Rondonópolis é hoje, sem sombra de dúvidas, um significativo polo de desenvolvimento econômico e social no estado e no país.

Com esta preocupação a respeito de melhorias na mobilidade urbana, vale destacar que o município, está investindo ainda em ciclorrotas e ciclofaixas para trazer melhorias ao sistema de transporte coletivo bem como fazendo incentivo ao uso de transportes alternativos.

Atualmente, a cidade conta com obras de infraestrutura em execução que somam R$ 314 milhões em investimentos e mais R$ 200 milhões estão previstos para execução de obras até o final deste ano.

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Conforme o prefeito, “o objetivo é continuar investindo para universalizar o asfalto, abrir a cidade com novas artérias importantes para trazer melhorias na mobilidade urbana e outras obras estruturais de grande porte para preparar Rondonópolis para o futuro”, argumentou.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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