MATO GROSSO
Detran-MT aumenta em 45% número de agentes de trânsito voluntários para atuar nas Operações Lei Seca
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O último Curso de Formação foi realizado de maio a julho deste ano e formou 50 novos agentes de trânsito. Os capacitados são servidores do Detran que atuam em Cuiabá, Alta Floresta, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Canarana, Confresa, Diamantino, Lucas do Rio Verde, Nobres, Porto dos Gaúchos, Poxoréu, Primavera do Leste, Santo Antônio do Leverger, Sinop, Tangará da Serra e Vila Bela da Santíssima Trindade.
“Em breve, vamos ampliar a atuação dos servidores voluntários também nas operações ordinárias de fiscalização de trânsito que são realizadas diariamente em Cuiabá e Várzea Grande”, destacou o presidente do Detran-MT, Gustavo Vasconcelos.![]()
Para a atuação dos novos agentes nas atividades de fiscalização de trânsito, o Detran realizou um investimento de cerca de R$ 350 mil na contratação de empresa especializada no fornecimento de fardamentos e acessórios, por meio de licitação.
O contrato já foi assinado e depois que a empresa entregar as fardas os novos agentes já poderão começar a atuar.
Conforme a coordenadora da Escola Pública de Trânsito, Renata Freitas, para expandir ainda mais as operações no Estado, o Detran-MT, por meio da Escola Pública de Trânsito, vai ofertar o Curso de Formação de Agente de Trânsito nos próximos anos a fim de que se amplie constantemente o número de servidores aptos a realizar as atividades de fiscalização de trânsito.
“Um dos enfoques principais do Detran na atual gestão é a educação para o trânsito e a fiscalização. Desta forma, trabalhamos na prevenção dos sinistros de trânsito e repressão aos condutores infratores. Por isso, estamos investindo nas capacitações, formações, para podermos de fato construir um trânsito mais seguro a todos”, enfatizou a diretora de Fiscalização e Educação para o Trânsito, Adriana Carnevale.
Fonte: Governo MT – MT
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Polícia faz ação para cumprir 56 mandados de prisão na Maré, no Rio
As polícias Civil e Militar realizam, nesta quarta-feira (10), operação conjunta para cumprir 56 mandados de prisão e 42 de busca e apreensão no Complexo da Maré, conjunto de favelas na zona norte do Rio.
A ação é voltada contra atividades criminosas da facção Terceiro Comando Puro (TCP). De acordo com a Polícia Civil, foram investigados crimes contra roubo de cargas, de celular, pornografia infantil e promoção de baile funk clandestino, entre outros.
Houve registro de troca de tiros, de forma que escolas e postos de saúde precisaram ser fechados. De acordo com o Maré de Notícias , jornal comunitário na região, moradores relataram a circulação de veículos blindados, conhecidos como caveirão, e voos rasantes de helicópteros das forças de segurança.
A Operação Trinus, como foi batizada, é resultado de vários meses de investigações conduzidas pela 21ª Delegacia Policial (DP). A ação conta com agentes de forças de elite das polícias, como a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), da Civil; e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), da Militar.
A Polícia Civil define a ação do TCP como “complexa estrutura que explorava seis frentes de modalidades criminosas para financiar, fortalecer e expandir o domínio territorial da facção em comunidades da região”.
Roubo de carga e de celular
Uma das frentes de ação é o roubo de cargas em vias expressas vizinhas ao Complexo da Maré: linhas Vermelha, Amarela e Avenida Brasil.
A investigação mostrou que o TCP exerce controle econômico sobre serviços essenciais dentro das comunidades, monopolizando atividades como venda de gás, fornecimento de água e acesso à internet.
A 21ª DP identificou também uma organização estruturada para roubo e receptação de aparelhos de celular. Os criminosos que atuam nessa frente tinham armas, motos e metas objetivas de arrecadação, sendo exigido um número determinado de aparelhos desbloqueados por roubo.
A Polícia Militar informou, nas redes sociais, que encontrou uma estufa clandestina de entorpecentes. No local, foram apreendidos insumos e equipamentos para o cultivo de drogas. Policiais do Bope retiraram 128 pés de maconha do espaço, localizado na comunidade Vila do João.
Baile da Disney
A Polícia identificou que na Vila do João costumava acontecer também o chamado Baile da Disney. O evento é considerado uma plataforma econômica do crime .
Na descrição da polícia, “o evento, que se tornou referência popular por sua produção temática com decoração, pirotecnia, atrações circenses e personagens infantis, foi identificado pelos investigadores como plataforma de monetização ampla do crime organizado”.
O baile funcionava como “canal de escoamento imediato de mercadorias roubadas”. Bandidos armados com fuzis circulavam livremente entre as pessoas. “Em um dos registros, estimou-se a presença de cerca de 40 armas durante um cortejo armado”, aponta a investigação.
Pornografia infantil
Os policiais identificaram também atividades de pornografia infantil. A investigação teve início a partir de denúncias que demonstravam a participação dos investigados em grupos digitais voltados à divulgação e troca de material de abuso sexual infantil, “incluindo vídeos com crianças e bebês em situações de abuso sexual explícito”.
Escolas e postos de saúde
Por causa da operação, 42 escolas municipais tiveram o funcionamento impactado, segundo a Secretaria Municipal de Educação. Na rede estadual, foram duas unidades fechadas.
Na área de saúde, três unidades de atenção primária suspenderam o início do funcionamento, de acordo com a secretaria.
Não houve registro de fechamento de ruas e circulação de ônibus interrompida nos arredores da Maré.
Conjunto de favelas
O Complexo da Maré é formado por 16 comunidades, nas quais moram cerca de 140 mil pessoas. O TCP atua em algumas delas. As demais sofrem com a presença de facções rivais, como o Comando Vermelho (CV), maior do estado, e milícias.
De acordo com o Maré de Notícias, a operação desta quarta-feira ocorre em oito comunidades: Conjunto Esperança, Salsa e Merengue, Vila dos Pinheiros, Vila do João, Bento Ribeiro Dantas, Nova Maré, Baixa do Sapateiro e Morro do Timbau.
A Redes da Maré, organização não governamental (ONG) que atua no conjunto de favelas, disponibiliza o WhatsApp (21) 999246462 para moradores que precisem de algum tipo de acolhimento durante a operação.
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