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Filha de Thaila Ayala e Renato Góes passa por cirurgia no coração: ‘Tetê renasceu’

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Tereza, a filha caçula de Thaila Ayala e Renato Góes, de apenas 2 meses de idade, passou por uma cirurgia no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, como o ator contou em seu Instagram, nesta quinta-feira (6). A menina foi diagnosticada, ainda no útero, com Comunicação Interventricular (CIV), um tipo de cardiopatia congênita.

“Tereza e seus HERÓIS. Minha filha tem um novo coração. Gratidão eterna. Tetê renasceu”, desabafou o ator, de 36, que usou #AFéCura e #NovoTumTum. “Dr. Gustavo, Dr. Carlos e equipe. Enfermeiras e técnicos de enfermagem. Todo o time Einstein, OBRIGADO!! O carinho, atenção e cuidado de vocês ficará pra sempre em nossos corações”, completou o ator, que publicou imagens dos profissionais que cuidaram da menina. “Obrigado, tia Fi e tio Beto, pelo expresso do amor”, concluiu Renato.

Thaila comentou no post. “Nossa eterna gratidão a todos”, disse ela, ao que marido respondeu: “Eterna! E a você! Sempre! Te amor”, afirmou Renato. A atriz também falou sobre Tereza, postando em seu Instagram um vídeo, também nesta quinta-feira (6), gravado por ela pouco mais de um mês após o nascimento da filha, no dia 16 de abril.

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“Esse vídeo foi gravado no dia 21/06. Dia que descobri sobre a necessidade de cirurgia e da emergência dela”, disse a atriz, de 37 anos. Ela relatou que, após o pânico inicial de descobrir que estava grávida, teve uma gestação aparentemente normal, mas, aos quatro meses, descobriu que o percentil – a “nota do bebê”, de sua evolução – de Tereza tinha caído e nunca subiu ao nível esperado. Confira:

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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