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Polícia Civil prende homem flagrado com arma e munições em UPA em Várzea Grande

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Um homem flagrado em posse de uma arma de fogo na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Ipase foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na manhã desta quinta-feira (29.06), em ação dos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Várzea Grande.

As diligências iniciaram após os policiais da Derf-VG receberem denúncias de que um servidor da UPA do Ipase estava andando pela unidade de saúde armado, fazendo ameaças para outros servidores do local.

Com base nas informações, a equipe da Derf-VG coordenada pelo delegado Miguel Macário Lopes foi até o local, onde constatou a veracidade da denúncia, encontrando o servidor portando uma pistola PT92, calibre 9 mm, municiada e com mais dois carregadores, totalizando 30 munições.

O suspeito foi desarmado e questionado sobre o documento de porte, apresentou apenas o registro da arma, dizendo que é CAC (Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador), porém não possuía o porte. Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à Derf-VG, onde após ser interrogado foi autuado em flagrante pelo crime de porte ilegal de arma de fogo e munições.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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