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Criminoso envolvido em furto de gado em Colíder é preso pela Polícia Civil

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Um procurado pela Polícia Civil por furto de gado na região de Colíder foi preso no fim de semana, em Sinop. A investigação da Delegacia de Colíder estima que ele está envolvido no furto de mais de 200 cabeças de bovinos na região.

O investigado estava com a prisão preventiva decretada pela Comarca de Colíder e é líder de uma facção criminosa no município. Na sexta-feira (23.06), a equipe da delegacia conseguiu localizá-lo e cumprir o mandado.

No dia 16 de junho, a Delegacia de Colíder cumpriu um mandado de busca na residência de G.P.F, vulgo Pirata, contudo, três dias depois ele fugiu para Sinop. No dia 22 de junho, a Justiça decretou a prisão preventiva do investigado.

Outro integrante da quadrilha envolvida em furto de gado em Colíder foi preso no sábado (24), com apoio da PM. Foram cumpridos dois mandados de buscas e um mandado de prisão e recolhidos celular e diversos documentos.

De acordo com o delegado Breno Houly, na investigação, iniciada em meados de 2022, um dos integrantes em flagrante. Na ocasião, o criminoso tentou subornar dois policiais civis no momento da sua prisão e com ele foram recuperadas 60 cabeças de gado.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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