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Rico Melquiades dá versão sobre briga com Dayanne Bezerra: ‘acabar com a minha vida’

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O ex-peão Rico Melquiades deu sua versão após protagonizar um barraco sério com Dayanne Bezerra, irmã de Deolane Bezerra, que ocorreu no São João da Vila, festa organizada por Carlinhos maia.

Segundo informações divulgadas, toda a treta aconteceu após Dayanne ter publicado um print no Instagram, de uma suposta conversa de Matheus Freire, namorado de Rico, insinuando que o ex-peão já foi traído.

Durante a discuão, a irmã de Deolane recebeu um copo de bebida no rosto e reagiu ao ataque. A confusão foi controlada pelas pessoas que estavam por perto e foi registrada por várias testemunhas, que divulgaram as imagens.

Após toda a polêmica, o vencedor de ”A Fazenda 13′ se defendeu das acusações de Dayanne, que afirmou ter sido agredida pelo ex-peão. “Eu não conheço das leis, mas o mínimo que eu sei é que, em hipótese alguma, em ocasião nenhuma, eu posso ralar o dedo em uma mulher. Eu não fiz isso. Eu jamais faria isso na minha vida, pra acabar com a minha vida”, declarou Rico.

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Segundo Rico, a treta começou quando sua irmã, Gabi, se intrometeu na discussão dele com Dayanne, jogando um copo de bebida na cara dela: “Eu cheguei lá pra conversar com a Dayanne, eu tava alterado e ela também. A minha irmã chegou na hora e ficou no meio. A minha irmã pegou o copo e jogou nela [Dayanne]. A minha irmã foi errada sim nessa atitude. Aí a Dayanne foi pra cima da minha irmã. Eu virei e botei as minhas costas para que os tapas e os socos virem em mim e não na minha irmã”. Confira:

FONTE: metropolitanafm.com.br:

Fonte: TOP FAMOSOS

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CURIOSIDADES

Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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