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Conheça a empresária que ganha 8 mil por hora e atende famosos: ‘Natalia Beauty’

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A empresária paulistana Natalia Martins, de 35 anos, fundadora da marca Natalia Beauty, ganhou repercussão na internet recentemente ao afirmar que cobra R$ 8 mil por hora para fazer a sobrancelha de suas clientes. Por seus quatro salões, já passaram celebridades como influencer Bianca Boca Rosa, a modelo Sasha Meneghel (filha de Xuxa) e a atriz Jade Picon.

O sucesso profissional veio apenas após o divórcio, ela conta. Na época, ela morava em São José do Rio Preto, no interior do estado, e decidiu voltar a morar na capital. “Em 2017, eu estava toda endividada, com uma filha pequena embaixo do braço e um cachorro. Voltei a morar na casa dos meus pais, mas não queria aquilo. Coloquei um prazo para sair de lá e comecei a atender na casa das clientes.”

O método “implanta pigmentos com uma microlâmina simulando fios reais, que juntos parecem uma sobrancelha real”. A sala de 30m² foi trocada por uma clínica de 1.000 m² e outras três unidades espalhadas por São Paulo – a projeção é abrir filiais em Lisboa e Miami nos próximos anos. Natalia Martins disse ainda que sua empresa faturou R$ 35 milhões em 2022.

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“Passei a ter uma agenda muito procurada. Comecei a contratar profissionais para conseguir atender toda essa agenda. Comecei a dar cursos e recebia alunos do mundo inteiro para aprender essa técnica”, diz. 0″Lancei técnicas de lábios, técnicas de pele, tudo com a tendência flow. Montei uma clínica maior, que tem 1000 m². Hoje tenho, além da clínica, a ‘universidade’ Natalia Beauty.” Com as outras profissionais que trabalham com Natalia, o preço é um pouco menor, diz a empresária: R$ 1,7 mil a hora.

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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