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Autor de estupro e feminicídio em Cáceres é condenado a mais de 25 anos de reclusão

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O autor de um crime de estupro e feminicídio, ocorrido no ano de 2011, em Cáceres foi condenado, na semana passada, pela Justiça a pena de mais de 25 anos de reclusão. O suspeito que estava foragido há mais de 10 anos foi preso pela Polícia Civil, no último dia 10 de maio, após ser localizado no estado de Santa Catarina, em investigações realizadas pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas.

O réu, de 34 anos, foi sentenciado pelo Tribunal do Juri da Comarca de Cáceres a uma pena que totalizou 25 anos, cinco meses e oito dias de reclusão pelo cometimento do crime de estupro e homicídio qualificado – majorado pelas qualificadoras – com recurso que dificultou a defesa da vítima e meio insidioso ou cruel, reconhecidas e admitidas pelo Conselho de Sentença do Tribunal do Juri.

O crime bárbaro ocorreu na noite de 11 de fevereiro de 2011 tendo como vítima, Benedita de Paula Nunes, de 27 anos, que foi morta em sua residência no Bairro Vila Real em Cáceres. A vítima foi violentamente agredida, espancada e violentada sexualmente com requintes de crueldade, encontrada no dia seguinte, despida, com várias lesões pelo corpo.
O suspeito teve a prisão preventiva decretada pela Justiça após investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Cáceres.

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O autor do crime passou dez anos foragido da justiça até que em 2021 familiares da vítima procuraram a Gerência Estadual de Polinter e Capturas de Cuiabá, ocasião em que os policiais do Núcleo de Inteligência iniciaram um intenso trabalho de investigação, não medindo esforços para localizar o foragido e dar cumprimento a ordem de prisão.

Novas informações foram apuradas pela Polinter, até se chegar ao paradeiro do procurado que foi localizado e preso no Sul do Pais, no Estado de Santa Catarina. O procurado foi localizado no litoral do estado, em uma região de praia de Balneário Camboriú. Ele trabalhava como vendedor ambulante e por vezes era avistado frequentando praias de nudismo da região.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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