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Palestras sobre Mediação de Conflitos no ambiente escolar reúnem 1.600 estudantes do Liceu Cuiabano

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A 1a. Semana de Prevenção à Violência Escolar, realizada em parceria entre a Polícia Civil e estagiários do curso de Mediação de Conflitos Escolares do MP-MT, reuniu 1.660 estudantes do Liceu Cuiabano Maria de Arruda Muller, em Cuiabá.

Entre os dias 02 e 05 de maio, os estudantes dos três períodos participaram de palestras e dinâmicas com a presença de delegados, investigadores e escrivães da Polícia Civil. O evento fomentou o protagonismo estudantil, com a realização de teatro e apresentações de canto e dança.

As palestras foram realizadas por equipes das Delegacias Especializadas do Adolescente; de Repressão a Crimes Informáticos; Defesa da Mulher; Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente e da Coordenadoria de Polícia Comunitária.

Para os idealizadores do evento, a parceria com o Polícia Civil foi pensada com a intenção de possibilitar aos estudantes um espaço de diálogo para assuntos sensíveis e demonstrar a existência de soluções pacíficas, como a Mediação de Conflitos no ambiente escolar.

Os estudantes puderam vivenciar um espaço de diálogo com vários representantes da segurança pública e momentos de aprendizagem e reflexões.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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