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Sheron Menezzes faz declaração aos 40 anos: “40 anos com tudo o que desejei!”

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A atriz Sheron Menezzes deixa o Rio de Janeiro bem cedinho rumo a São Paulo, onde em seu dia de folga das gravações da novela das sete, Vai na Fé, posa para este ensaio de capa antes de correr para a sede local da TV Globo e participar de uma gravação. Com o relógio cronometrado para que ela ainda possa voltar para casa a tempo de aproveitar o restinho da noite ao lado do filho, Benjamin, de 5 anos, a atriz é decidida e direta nas escolhas dos looks, poses, beleza e fotos com a equipe.

“As pessoas acham que a mulher preta tem que concordar com tudo e aceitar tudo. Quando veem uma mulher preta que questiona e sabe o que quer, a chamam de arrogante. Se fosse uma branca, ela seria vista como uma mulher decidida”, analisa.

Nos 39 anos de vida, a gaúcha foi educada a ser uma mulher segura, independente e consciente de suas qualidades. A mãe, Veralinda Menezes, criou um livro de conto de fadas de uma princesa negra chamada Violeta para a filha ter uma referência de beleza e protagonismo, assim como as outras meninas.

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“Tenho uma criação muito sólida de uma mãe que batalhou muito para que eu e meus irmãos estivéssemos no lugar que estamos hoje. Uma das metas da minha mãe era formar uma mulher que se amasse do jeito que é e que tivesse uma boa autoestima desde pequena para conviver naquele meio sulista, de classe média e de escolas particulares. Minha mãe sempre me dizia que eu era linda, que minha cor era maravilhosa, que a minha boca tinha um formato lindo… Ela criou essa princesa Violeta para que eu me identificasse. Fui sendo fortalecida e crescendo com essa segurança que tenho hoje”, explica.

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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