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Após Marília Mendonça, Ana Castela se torna cantora mais ouvida na web: “TOP 1!”

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Ana Castela superou uma das marcas de Marília Mendonça! A jovem de 19 anos, que estourou com as músicas ‘Pipoco’ e ‘Bombonzinho’, se tornou a cantora mais ouvida do YouTube Brasil, como mostrou o ranking divulgado pela plataforma na última terça-feira (4).

Os dados divulgados pelo YouTube Brasil consideram o período de 24 a 30 de março. Nesta faixa, Ana Castela foi o TOP 1 da parada semanal, seguida de Marília Mendonça, que ficou em 2º lugar. Desde sua morte, em novembro de 2021, Marília foi a artista mais ouvida do YouTube. Ela foi superada apenas duas vezes: por Henrique e Juliano, em junho passado, e Ryan SP, em novembro.

Ana Castela, por sua vez, tem feito sucesso desde meados de julho, quando lançou a música ‘Pipoco’, uma parceria com Melody. Desde então, a cantora já lançou outros sucessos e se tornou a artista mais ouvida do Brasil no Spotify.

Recentemente, após alguns vídeos circularem na web, surgiram rumores de que Ana Castela estaria namorando o sertanejo Gustavo Mioto. Para acabar com os burburinhos, Gustavo contou ao R7 sobre sua relação com a cantora. “Eu nem gosto muito da Ana. Eu acho ela super arrogante”, brincou. “Eu acho que é mentira dele porque ele gosta muito de mim”, disse ela gritando ao fundo. O cantor revelou, então, que está a conhecendo melhor. No entanto, ele destacou que os dois ainda não estão namorando: “A gente está vivendo junto, mas sem rótulos”.

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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