POLÍCIA
Polícia Militar desarticula quadrilha que aplicava golpes pela internet
POLÍCIA
Segundo informações do boletim de ocorrência, os militares identificaram dois homens em um veículo Renault Sandero, prata, na região do “Zero KM” em atitude suspeita, momento em que realizaram abordagem da dupla.
De imediato, os suspeitos ofereceram resistência. Com um deles, os policiais encontraram seis porções de maconha e com o outro uma porção da mesma substância ilícita e R$ 50.
Questionados sobre os entorpecentes, a dupla apresentou versões contraditórias. A equipe ainda encontrou um aparelho celular que teria sido quebrado momentos antes da abordagem.
Os suspeitos confessaram ainda que haviam mais entorpecentes em suas residências. Na casa do motorista os policiais foram recebidos pela avó do suspeito, que entregou um pote com três porções de maconha. Já na residência do comparsa, a equipe foi recebida por uma terceira suspeita que imediatamente quebrou um aparelho celular que estava em suas mãos.
A jovem correu para dentro da casa e danificou outros aparelhos celulares que estavam em cima da mesa. Os militares identificaram que a residência era utilizada para aplicar diversos golpes de estelionato pela internet. Lá, a equipe encontrou diversos cartões de crédito e cadernos com anotações. O trio e o material apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
Fonte: PM MT
POLÍCIA
Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil
A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.
A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.
De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.
Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.
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